Olá, pessoal! Tô muuuuuuuuito sumida, eu sei!
Saudades do meu cantinho, saudades de postar e interagir com vcs.
Graças a Deus, as coisas vão indo bem. Algumas lutas, mas a misericórdia e o amor de Deus me sustentam. Assim, caminhando vou para Canaã. rs.
Quero dividir com vcs a alegria que estou tendo de começar a ajudar um projeto muito legal aqui no RJ. É o projeto Gramachinhos, que cuida de pessoas moradoras da Comunidade do Lixão do Jardim Gramacho. É um projeto lindo!
Foi idealizado pela Adriana e Júlia Blakeney (mãe e filha). Mulheres guerreiras que doam seu tempo e amor a diversas crianças, jovens e adultos.
A galera da Juventude Pibig (grupo de jovens da minha igreja PIB da Ilha do Governador) visitou essa galerinha do bem no final de ano. Apresentamos teatro e nos divertimos de montão!!!!
Seguem fotos e alguns comentários sobre o projeto, se vc quiser ajudar.
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sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
Voltando a blogar. Projeto Gramachinhos
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terça-feira, 10 de abril de 2012
Os invisíveis
Queria dividir com vocês esta imagem que reflete de maneira marcante a nossa sociedade. Trata-se dos invisíveis do nosso cotidiano.
Je suis Winnie l´Ourson é um ensaio fotográfico do francês Benjamin Béchet que nos faz refletir sobre a sociedade intolerante que vivemos hoje em dia. Muitas vezes não enxergamos o outro, principalmente quando sua condição é diferente da nossa.
A população se torna invisível a pobreza, aos marginais. Benjamin transformou alguns esteriótipos e pessoas que sofrem preconceitos em super heróis: assim, um flanelinha se transformou em Homem-Aranha, uma prostituta virou Branca-de-Neve, um frentista, Batman, e uma empregada doméstica, Hello Kitty. “Isso foi para servir de lembrete de que o que você vê nunca é o que você tem, que as pessoas são sempre mais complexas, que cada identidade é apenas parcial. Podem não notar um mendigo dormindo no frio, mas com certeza reparariam se fosse o Mickey Mouse ou o Homem Aranha”.
Je suis Winnie l´Ourson é um ensaio fotográfico do francês Benjamin Béchet que nos faz refletir sobre a sociedade intolerante que vivemos hoje em dia. Muitas vezes não enxergamos o outro, principalmente quando sua condição é diferente da nossa.
A população se torna invisível a pobreza, aos marginais. Benjamin transformou alguns esteriótipos e pessoas que sofrem preconceitos em super heróis: assim, um flanelinha se transformou em Homem-Aranha, uma prostituta virou Branca-de-Neve, um frentista, Batman, e uma empregada doméstica, Hello Kitty. “Isso foi para servir de lembrete de que o que você vê nunca é o que você tem, que as pessoas são sempre mais complexas, que cada identidade é apenas parcial. Podem não notar um mendigo dormindo no frio, mas com certeza reparariam se fosse o Mickey Mouse ou o Homem Aranha”.
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domingo, 15 de janeiro de 2012
Movimento Eu escolhi Esperar
RIO - Uma galera da geração Facebook está usando as redes sociais para propagar um hábito da época de seus avós: casar virgem. No site de relacionamentos criado por Mark Zuckeberg, mais de 212 mil já curtiram o movimento “Eu escolhi esperar” (EEE), que defende o sexo somente após o matrimônio. No Twitter, são mais de 80 mil seguidores. Mas eles não se mobilizam só no mundo virtual. No próximo sábado, cerca de mil jovens, muitos deles usando pulseiras de silicone com o nome da causa, reúnem-se na Igreja Congregacional de Bento Ribeiro para um seminário.
A bióloga Samira Yunes, de 27 anos, nem precisou ir a esses encontros. Ela aderiu ao movimento em julho de 2011.
— É um movimento de jovens que querem esperar o par certo. Antes, a minha maneira de escolher um namorado era baseada na carência, para não ficar sozinha — diz Samira, que resistiu à iniciação sexual mesmo antes de se tornar evangélica, há três anos. — Tinha uma vida normal de ficar com caras que nem conhecia direito, mas, graças a Deus, me preservei. Samira não tem pressa e leva seu ideal escrito na pulseira. Diferentemente das famigeradas pulseirinhas do sexo, que tinham em cada cor um significado sexual, os acessórios coloridos do EEE têm um só sentido:
— Todas as cores querem dizer que discordamos da libertinagem antes de casar. Idealizador do EEE, o pastor
Nelson Junior, da Igreja em Vitória, no Espírito Santo, diz que o movimento, criado há oito meses, se espalhou para além das igrejas evangélicas.
— Temos católicos e pessoas que nos seguem só por princípios — conta o pastor de 35 anos, que se casou virgem aos 21.
— Fizemos a pulseira como um contraponto à pulseirinha, cuja brincadeira era arrebentar. A nossa não arrebenta. Larissa Araújo, de 23 anos, e Nelson Marcelino, de 30, seguem a cartilha e só vão se beijar após o casamento.
— Andamos de mãos dadas e trocamos carinhos até um certo limite. Quando sinto vontade, oro ou vou correr na praia — conta Nelson, sem vergonha de dizer que é virgem.
Fonte: http://oglobo.globo.com/rio/mais-de-200-mil-curtem-movimento-no-facebook-que-defende-virgindade-3671165#ixzz1jX5vD8dl
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sábado, 14 de janeiro de 2012
Os (Des) caminhos do prazer
Olá, queridos e queridas! Quero deixar com vocês estas postagens feitas pelo Bruno Ribeiro
( @janasequev ) no blog Projeto Defunto (onde morrer é preciso, devemos fazer morrer a carne para obter a santidade).
Já acompanho este blog há um bom tempo. Se quiser pode visitá-lo e ver como é edificante!
Estas postagens do Bruno falam sobre os caminhos e decisões tomadas pelo casal Eros e Edite, que possuem uma história intrigante e reveladora e que deixaram que os desejos carnais ultrapassassem sua vida com Deus e compromisso com Ele. O post é grande, pois a história tinha sido dividida em 4 partes. Mas te garanto que vale a pena. Vamos lá?! :-)
( @janasequev ) no blog Projeto Defunto (onde morrer é preciso, devemos fazer morrer a carne para obter a santidade).
Já acompanho este blog há um bom tempo. Se quiser pode visitá-lo e ver como é edificante!
Estas postagens do Bruno falam sobre os caminhos e decisões tomadas pelo casal Eros e Edite, que possuem uma história intrigante e reveladora e que deixaram que os desejos carnais ultrapassassem sua vida com Deus e compromisso com Ele. O post é grande, pois a história tinha sido dividida em 4 partes. Mas te garanto que vale a pena. Vamos lá?! :-)
OS (DES)CAMINHOS DO PRAZER
O sol lentamente se despedia ao mesmo tempo em que apressadamente apresentava o luar e lhe punha iluminado no centro das cenas prestes a se desenrolar. A brisa suave do outono refrescava-lhes os ânimos ao passo que os conduzia a uma atmosfera bela e majestosa cuja imponência podia ser contemplada nas abóbadas celestes decoradas com raios de luz róseo-alaranjados. Cores vibrantes e doces de um dia que chegava ao seu fim, trazendo em seu bojo uma noite brilhante e clara como cristal, estrelada, enluarada... Uma cenografia de longe das mais românticas e propícias à celebração do “amor” em suas mais diversas manifestações.
Os relógios já marcavam pouco mais de 18h e Eros chegava a sua casa acompanhado de Edite, após passar uma tarde muito agradável na companhia de parentes e amigos, celebrando o aniversário de um dos mais de vinte primos dele. Almoços, sobremesas, conversas, brincadeiras, diversões, descontrações, lazer, distrações, opiniões... Realmente havia sido uma tarde daquelas! Nem sempre é possível reunir a família como havia sido feito naquela tarde outonal de domingo. Geralmente, dizem que família grande só se reúne em casamento e velório. Eros compartilhava desse senso comum, mas soube identificar algo incomum nesse dia: toda a família estava reunida. E toda mesmo!
O primo Roberto era um dos mais queridos e o seu aniversário de 25 anos era motivo de comemoração, alegria e felicidade para todos os parentes tanto próximos como distantes, principalmente. O clima de confraternização era bastante agradável, pois a família de Eros era carismática, comunicativa e muito despojada: gostava de fazer os outros se sentirem bem (e muito bem em seu meio!). Era por isso que Edite gostava tanto de estar com todos eles. Realmente sentia-se (e faziam-na sentir) como membro da família. Contudo, a tarde findava e chegada era a hora de se despedirem, pois a noite despontava e o compromisso lhes chamava a mente a qual havia se ocupado com supérfluos e futilidades quase sem-fim por horas a fio...
Entrando em casa, Eros sabia que não haveria ninguém a esperá-los em sua confortável e aconchegante residência desde que seu irmão casara, e mudara-se dali para um lugar distante, e seu pai já não fazia mais parte desse “mundo mortal”. Restava-lhe sua mãe como companhia presente e contínua. Contudo, ela permaneceu na casa de Roberto, pois decidira fazer hora até o horário de início do culto em sua igreja. Sim, Dona Margot era cristã evangélica e aos domingos à noite “batia ponto” em sua comunidade local.
Eros já sabia que Dona Margot não iria passar em casa antes de se dirigir ao culto naquela noite, pois ela lhe havia comunicado quando de sua saída da casa de Roberto juntamente com Edite. A princípio, ele não viu problemas nisso, pois racionalizara “friamente” que passaria em casa apenas para tomar um banho, arrumar-se, pegar as coisas de Edite e, então, partiriam para seu compromisso. E tudo ia bem até que repentinamente...
E tudo ia bem até que repentinamente imagens em forma de “flashes” começaram a surgir na mente de Eros. Inicialmente, pareciam instintivos (e realmente o eram!) e vinham à tona de suas sinapses mentais como vento que não sabe para onde vai e nem de onde vem. “Que será isso?!”, perguntava-se intrigado. “Que louco!”, num misto de admiração e espanto indagava-se o porquê de tudo aquilo. E num curtíssimo espaço de tempo, estava ele embebido em imagens as quais não acreditava terem encontrado abrigo no mais profundo de sua mente. Ao longo do caminho de volta para casa, enquanto Edite lhe falava, encontrava-se entorpecido, absorto, “perdido”, desfrutando cenas que pareciam intermináveis em e inafastáveis de sua consciência. Até que Edite lhe chama a atenção de forma ríspida e o faz despertar de um “sono devidamente desperto”; um “sonho precisamente real e vívido”.
Mas qual seria o motivo de tanta informação escondida por entre seus neurônios que o deixavam até certo ponto insensível ao mundo ao seu redor? Sem se aprofundar muito e sem ir além demais, a resposta veio a Eros como um lampejo de luz: rápida, instantânea e bem nítida. Agora, as imagens mentais caminhavam por outras partes do seu corpo sob a forma de sensações diversas: a garganta secava, a voz não saía, os lábios ressecavam, o coração acelerava; sentia seus vasos sanguíneos dilatando-se para possibilitar a passagem de mililitros cada vez mais densos e acelerados de sangue; e este era semelhante a água em ebulição – fervia! – queimando-lhe as paredes de suas artérias e veias, fazendo sua pele esquentar como fornalha superaquecida; Eros sentia o rosto fumegar, as mãos suarem, as canelas cabeludas umedecerem e uma sensação exótica de desejo ardente. E como ardia! Partes do seu corpo já evidenciavam esse desejo que lhe parecia ter arrebatado a alma, ter-lhe tirado o alicerce, ter-lhe levado a outra dimensão, ter-lhe usurpado a consciência, conduzindo-lhe para fora de si. Uma sincronia de sons, sensações, imagens...
Edite aparentemente estava perdida. Seu abraço para Eros foi o sinal de que precisava para expressar as sensações que lhe corroíam o âmago de seu ser e lhe permitia experimentar as mais diversas paixões humanas. Sem mencionar uma palavra sequer, lançou-se aos beijos com Edite e lhe tomou em seus braços. Suas consciências já não mais existiam como pessoais e individuais, pois já haviam se fundido em um só clamor: a necessidade de satisfazer os desejos que lhes consumiam a alma.
Enlouquecidos e totalmente absortos, entregaram-se ao que tanto queriam e ansiavam reciprocamente. A sala de estar de dois ambientes tornou-se pequena para tanto desejo, tanto afeto, tantas carícias, tantos sons, tantas palavras românticas e carentes de um amor insaciável. Para tanto, foi necessário recorrer ao quarto de Eros, à cama de sua mãe, à pia do banheiro, debaixo do chuveiro, ao chão da cozinha... Menos mal as janelas da casa inteira estarem fechadas. E bem fechadas!...
Enlouquecidos e totalmente absortos, entregaram-se ao que tanto queriam e ansiavam reciprocamente. A sala de estar de dois ambientes tornou-se pequena para tanto desejo, tanto afeto, tantas carícias, tantos sons, tantas palavras românticas e carentes de um amor insaciável. Para tanto, foi necessário recorrer ao quarto de Eros, à cama de sua mãe, à pia do banheiro, debaixo do chuveiro, ao chão da cozinha... Menos mal as janelas da casa inteira estarem fechadas. E bem fechadas!...
Após inúmeras explosões de prazer, ainda jogados no chão da sala entre roupas e calçados, em sua semiconsciência, Eros se lembra do compromisso (seu e de Edite) e corre para ver as horas no relógio mais próximo. Uma hora já havia se passado e eles nem se haviam dado conta disso. Agora, restavam-lhe apenas 15 minutos.
O frenesi toma conta deles e começam a ajeitar os cômodos da casa, colocam os móveis no lugar, limpam aquilo que haviam sujado, tiram as roupas do chão, guardam os calçados em seu devido lugar, buscam no guarda-roupa a vestimenta própria para uso, calçam-se, penteiam-se, perfumam-se, aprontam-se, fecham toda a casa e saem – partem rumo ao lugar onde tem compromisso firmado. Compromisso esse semanal!
O frenesi toma conta deles e começam a ajeitar os cômodos da casa, colocam os móveis no lugar, limpam aquilo que haviam sujado, tiram as roupas do chão, guardam os calçados em seu devido lugar, buscam no guarda-roupa a vestimenta própria para uso, calçam-se, penteiam-se, perfumam-se, aprontam-se, fecham toda a casa e saem – partem rumo ao lugar onde tem compromisso firmado. Compromisso esse semanal!
Ao longo do caminho, Eros se põe a pensar em tudo o que aconteceu entre ele e Edite enquanto estavam em sua casa. Começou a questionar por que sua mãe não voltara com eles. Algo lhe imprimia um sentimento de grande remorso. “Será que tinha a ver com o compromisso?”, ponderava ele. Nem ele nem Edite trocaram palavras, muito menos olhares durante todo o deslocamento.
Ao chegarem ao local, sentiam-se “estranhos”. Havia uma sensação inusitada de sujeira, imundice, nojeira mesmo. Parecia que estava estampado em suas testas o que eles haviam acabado de fazer. Mas, ao mesmo tempo, conduziam bem naturalmente seus cumprimentos, sua maneira educada de falar, o modo discreto e carismático de dizer “Boa noite, irmão!”, “Como vai, irmã?”... Irmão??!! Irmã??!! Ah, sim, claro!
A igreja era o lugar em que eles se encontravam com seus “irmãos” e suas “irmãs” em Cristo. Era lá que eles mostravam sua bela cordialidade, simpatia, doçura e amabilidade. Era lá que eles eram vistos como “casal de Deus” e o mais bonito par de namorados da igreja local. Eram dignos de admiração por cada membro senão por todos. E o compromisso? Então... Eros era Professor da Classe de Jovens e Edite, líder de louvor. Batizados nas águas há pouco mais de 8 anos. Por falar nisso, nessa noite era ela quem iria ministrar os momentos de louvor no Culto Divino.
Ao chegarem ao local, sentiam-se “estranhos”. Havia uma sensação inusitada de sujeira, imundice, nojeira mesmo. Parecia que estava estampado em suas testas o que eles haviam acabado de fazer. Mas, ao mesmo tempo, conduziam bem naturalmente seus cumprimentos, sua maneira educada de falar, o modo discreto e carismático de dizer “Boa noite, irmão!”, “Como vai, irmã?”... Irmão??!! Irmã??!! Ah, sim, claro!
A igreja era o lugar em que eles se encontravam com seus “irmãos” e suas “irmãs” em Cristo. Era lá que eles mostravam sua bela cordialidade, simpatia, doçura e amabilidade. Era lá que eles eram vistos como “casal de Deus” e o mais bonito par de namorados da igreja local. Eram dignos de admiração por cada membro senão por todos. E o compromisso? Então... Eros era Professor da Classe de Jovens e Edite, líder de louvor. Batizados nas águas há pouco mais de 8 anos. Por falar nisso, nessa noite era ela quem iria ministrar os momentos de louvor no Culto Divino.
E o primeiro momento chegou. Algo acontecia com Eros ao ver Edite lá na frente entoando louvores considerados magníficos e celestiais. Ela é considerada por muitos como uma das poucas jovens usadas por Deus “de verdade”. As pessoas sentem a presença do Espírito Santo ao vê-la louvando a Deus.
Mas parecia que não era bem isso que Eros estava sentindo naquela ocasião. O incômodo crescia gradativamente conforme as notas melódicas e a letra intensa iam se harmonizando com a atmosfera santa e reverente daquela comunidade local. Ao seu lado, Dona Margot chorava, comovida ao se sentir tocada por Deus.
Mas parecia que não era bem isso que Eros estava sentindo naquela ocasião. O incômodo crescia gradativamente conforme as notas melódicas e a letra intensa iam se harmonizando com a atmosfera santa e reverente daquela comunidade local. Ao seu lado, Dona Margot chorava, comovida ao se sentir tocada por Deus.
Eros não conseguia apagar de sua mente tudo que havia ocorrido entre ele e Edite em sua casa há pouco menos de uma hora e um aperto dolorido lhe tomou o coração de uma forma jamais sentida – ou pelo menos – percebida anteriormente. Ainda balbuciavam nas profundezas de seus recônditos mentais as imagens que o levaram a tudo aquilo. E claramente ele enxergou a origem de tudo. A madrugada anterior lhe revelava nitidamente as cenas como um papel a se desenrolar diante dos seus olhos. Mais do que isso, o conteúdo da pasta “Histórico” do Internet Explorer de seu notebook dizia-lhe por si mesmo: “Brasileirinhas”, “Buttman”, “Porntube”, “Xvideos” são apenas alguns dos sites que o “divertiram” durante a madrugada de sábado para domingo. Com isso, Eros entendeu que o que havia acontecido entre ele e Edite já havia começado muito antes em sua mente, pervertendo todo o seu coração e contaminando as suas atitudes e os seu comportamento.
Mais uma vez absorto em seus pensamentos, não percebera que Edite já havia terminado sua ministração e o pastor já iniciara o sermão daquela noite. Ainda “perdido”, algo lhe chamara a atenção bruscamente. Foi quando o pastor leu em voz alta: “A vontade de Deus é que vocês sejam santificados: abstenham-se da imoralidade sexual.” (I Ts. 4:3). “E desde quando o pastor lê a minha mente?”, indagava a si mesmo estupefato. Conforme prestava atenção nas palavras discutidas, analisadas e proferidas pelo pastor, mais uma vez sente um baque dentro de si. “Fuja dos desejos malignos da juventude e siga a justiça, a fé, o amor e a paz, juntamente com os que, de coração puro, invocam o Senhor.” (II Tim. 2:22). “Por que ele olha fixamente pra mim enquanto discorre sobre esse texto? Seu olhar me fita como se houvesse apenas eu aqui na igreja.”, analisa um Eros bastante incomodado.
À medida que o tempo passa e o pastor parte para a finalização do sermão, Eros sente que algo o toma pela mão e o leva à beira de um precipício num lugar ermo, frio e escuro...
Contudo, tais sentimentos deram rapidamente lugar à incerteza, ao medo e à dúvida. “Será que consigo vencer isso? Por quanto tempo? Deus está me perdoando? Mas e as consequências? Isso já é o suficiente?
Mas e se eu voltar a fazer tudo de novo? Ainda há jeito para mim e para minha vida?” Perguntas, perguntas e muito mais perguntas. A inquietação o arrebatou incisivamente e agora ele já não sabia pra onde olhar, o que pensar, pra onde ir e o que fazer. Nesse momento, uma voz bem audível lhe diz claramente em tom suave e agradável:
“O anjo do Senhor disse a Satanás: ‘O Senhor o repreenda, Satanás! O Senhor que escolheu Jerusalém o repreenda! Este homem não parece um tição tirado do fogo?’. Ora, Josué, vestido de roupas impuras, estava de pé diante do anjo. O anjo disse aos que estavam diante dele: ‘Tirem as roupas impuras dele’. Depois disse a Josué: ‘Veja, eu tirei de você o seu pecado, e coloquei vestes nobres sobre você’.” (Zacarias 3:2-4).
Algo incomodava Eros. Palavras, vozes, revelações, sintomas, sensações, emoções... Nada disso lhe havia ocorrido antes. Tudo era muito belo, mas, ao mesmo tempo, estranho e amedrontador. Então, ele resolveu conversar com Deus e Lhe pediu uma resposta concreta de que Ele estava lhe falando, exortando-lhe a mudar as práticas habituais e lhe incitando a aceitar Seu perdão.
Ao se dar conta de si mesmo, Eros estava com a Bíblia aberta em Romanos 12: 2 que relatava: “Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.“. Eros fechou sua Bíblia e só percebeu que se debulhava em lágrimas porque Edite lhe oferecera um lenço de papel. A essa altura, ela havia presenciado tudo e provavelmente entendia o que lhe acontecia mesmo sem ele ter dito uma palavra sequer.
Ao se recompor, Eros se deparou com a palavra final lida pelo pastor naquela noite: “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça.” (1 João 1:9). Algo de maravilhoso (e ao mesmo tempo terrível), naquela noite, havia mudado o rumo daquelas vidas para sempre!
(Continua? Deus sabe...)
#TamuJuntu e #pracimadele
Forte [ ]
Bruno Ribeiro
@janasequev
r-brunn@hotmail.com
Mas e se eu voltar a fazer tudo de novo? Ainda há jeito para mim e para minha vida?” Perguntas, perguntas e muito mais perguntas. A inquietação o arrebatou incisivamente e agora ele já não sabia pra onde olhar, o que pensar, pra onde ir e o que fazer. Nesse momento, uma voz bem audível lhe diz claramente em tom suave e agradável:
“O anjo do Senhor disse a Satanás: ‘O Senhor o repreenda, Satanás! O Senhor que escolheu Jerusalém o repreenda! Este homem não parece um tição tirado do fogo?’. Ora, Josué, vestido de roupas impuras, estava de pé diante do anjo. O anjo disse aos que estavam diante dele: ‘Tirem as roupas impuras dele’. Depois disse a Josué: ‘Veja, eu tirei de você o seu pecado, e coloquei vestes nobres sobre você’.” (Zacarias 3:2-4).
Algo incomodava Eros. Palavras, vozes, revelações, sintomas, sensações, emoções... Nada disso lhe havia ocorrido antes. Tudo era muito belo, mas, ao mesmo tempo, estranho e amedrontador. Então, ele resolveu conversar com Deus e Lhe pediu uma resposta concreta de que Ele estava lhe falando, exortando-lhe a mudar as práticas habituais e lhe incitando a aceitar Seu perdão.
Ao se dar conta de si mesmo, Eros estava com a Bíblia aberta em Romanos 12: 2 que relatava: “Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.“. Eros fechou sua Bíblia e só percebeu que se debulhava em lágrimas porque Edite lhe oferecera um lenço de papel. A essa altura, ela havia presenciado tudo e provavelmente entendia o que lhe acontecia mesmo sem ele ter dito uma palavra sequer.
Ao se recompor, Eros se deparou com a palavra final lida pelo pastor naquela noite: “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça.” (1 João 1:9). Algo de maravilhoso (e ao mesmo tempo terrível), naquela noite, havia mudado o rumo daquelas vidas para sempre!
(Continua? Deus sabe...)
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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Aprendendo a orar com as formigas
Outro dia, vi uma formiga que carregava uma enorme folha.
A formiga era pequena e a folha devia ter, no mínimo, dez vezes o tamanho dela.
A formiga a carregava com sacrifício. Ora a arrastava, ora a tinha sobre a cabeça.
Quando o vento batia, a folha tombava, fazendo cair também à formiga.
Foram muitos os tropeços, mas nem por isso a formiga desanimou de suatarefa.
Eu a observei e acompanhei, até que chegou próximo de um buraco, que deviaser a porta de sua casa. Foi quando pensei: - "Até que enfim ela terminou seu empreendimento".
- Ilusão minha. Na verdade, havia apenas terminado uma etapa.
A folha era muito maior do que a boca do buraco, o que fez com que a formiga a deixasse do lado de fora para, então, entrar sozinha.
Foi aí que disse a mim mesmo: - "Coitada, tanto sacrifício para nada. "Lembrei-me ainda do ditado popular: "Nadou, nadou e morreu na praia."
Mas a pequena formiga me surpreendeu. Do buraco saíram outras formigas, que começaram a cortar a folha em pequenos pedaços.
Elas pareciam alegres na tarefa.
Em pouco tempo, a grande folha havia desaparecido, dando lugar a pequenos pedaços e eles estavam todos dentro do buraco.
Imediatamente me peguei pensando em minhas experiências.
Quantas vezes desanimei diante do tamanho das tarefas ou dificuldades? Talvez, se a formiga tivesse olhado para o tamanho da folha, nem mesmo teria começado a carregá-la.
Invejei a persistência, a força daquela formiguinha.
Naturalmente, transformei minha reflexão em oração e pedi ao Senhor: - Que me desse à tenacidade daquela formiga, para "carregar" as dificuldadesdo dia-a-dia.
Que me desse à perseverança da formiga, para não desanimar diante das quedas.
Que eu pudesse ter a inteligência, a esperteza dela, para dividir em pedaços o fardo que, às vezes, se apresenta grande demais.
Que eu tivesse a humildade para partilhar com os outros o êxito da chegada, mesmo que o trajecto tivesse sido solitário.
Pedi ao Senhor a graça de, como aquela formiga, não desistir da caminhada, mesmo quando os ventos contrários me fazem virar de cabeça para baixo; mesmo quando, pelo tamanho da carga, não consigo ver com nitidez o caminho apercorrer.
A alegria dos filhotes que, provavelmente, esperavam lá dentro pelo alimento, fez aquela formiga esquecer e superar todas as adversidades da estrada.
Após meu encontro com aquela formiga, saí mais fortalecido em minha caminhada.
Agradeci ao Senhor por ter colocado aquela formiga em meu caminho ou por meter feito passar pelo caminho dela.
Texto: Ninon Rose
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sábado, 24 de dezembro de 2011
O que será que Jesus quer de presente no aniversário???
Veja o que Jesus deseja ganhar neste Natal e o presenteie. :-)
Feliz Natal para todos vocês! Que o Senhor Jesus permaneça a cada dia nos seus corações!!!
Feliz Natal para todos vocês! Que o Senhor Jesus permaneça a cada dia nos seus corações!!!
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domingo, 23 de outubro de 2011
Síndrome do "Se achando" espiritual
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Porém o ser humano não pode ser classificado pelo que tem por fora. A religiosidade não revela o verdadeiro amor. O resultado de uma religião não é a verdadeira alegria. Mostrar quem não é para os outros não é a verdadeira santidade. Máscaras...
Síndrome do "se achando" espiritual. Revelação de um sepulcro caiado... lindo por fora e cheio de coisas podres por dentro. Não tinha alegria, nem paz. Não conseguia adorar em espírito e em verdade. Era uma estátua da sinagoga, de coração frio.
Deus não quer que você viva num modelinho, sendo o que os outros querem que você seja, prendendo o que você realmente é. A nossa igreja não é uma prisão. Nosso coração deve estar completamente inclinado a Cristo. Não somos super-heróis. Mas quanto erro em nos tornarmos fariseus do século 21...
A salvação é um presente de Deus para nós. Nós devemos crer. Isso que Cristo nos pediu. Quem crer e se batizar será salvo.
Estar convicto não é estar convertido. A convicção se dá na mente, a conversão se dá no coração. Ir à igreja quase todos os dias, mas o coração está frio e distante... a religião foi o que mais matou em toda a história. Pessoas que se sentem mais santas que o próprio Deus...
Deus não quer nos obrigar a fazer as coisas para Ele. Nosso coração que deve estar tão apaixonado a ponto de não ser mais sacrifício servir a Cristo. Ser bom e agradável passar momentos com Deus... momentos de servir tão somente por amor. Uma hora de joelhos diante do Pai acabarem parecendo 10 minutos... será que estamos preparados para isso?
As garras da religião são cruéis e o Senhor quer nos tirar dessas grades. Jesus morreu para que não tivéssemos o jugo da lei e da religião nas nossas costas.
Nicodemos tinha esse fardo, ele sabia que estava vazio. Que faltava algo dentro dele, que não estava sendo suprido, por mais que se esforçasse. Ele queria ser melhor do que aquela capa, mas seu coração apertado sabia que ele não era melhor do que aquilo. Tinha uma máscara de santidade, mas não era santo...
Então foi procurar a Jesus. Ideia mais que genial. Não poderia ter feito melhor. Saiu à noite e foi procurar o Mestre dos Mestres. Tinha verdadeiramente uma crise existencial, tão analisada por Freud, com frustrações que vêm nos desestruturar, trazendo choros, depressão, angústia, insônia... um diálogo interno que faz com que nos comparemos aos outros, fazendo uma autocrítica cruel.
O que ele precisava era de paz, perdão, alegria. Mas isso tudo tinha um preço. Ele teria que deixar o seu amor ao dinheiro, ao materialismo... deixar de ser um mero artista diante da sua vida e viver uma nova realidade. A que o tornaria feliz de verdade.
Jesus conhecia o coração de Nicodemos. Sabia do que se passava no mais profundo e via através da casca, da aparências. Jesus disse para Nicodemos que este precisava nascer de novo. Imagine, só, Jesus disse para um fariseu cheio de si que este precisava nascer de novo!
Nicodemos fazia parte do Conselho dos Judeus. Eles formavam um grupo de pessoas que decidiam coisas sobre a religião deles. Era mais ou menos como se fosse um conselho de pastores; um grupo de pessoas que dirigia a igreja naqueles dias.
Nascer de novo... ter um novo coração, ser uma nova pessoa, mais alegre, mais espiritual, cheio da presença de Deus... Nascer da água e do Espírito significava isso.
E uma pessoa que "se sentia" conheceu o verdadeiro amor. Tanto que defendeu Jesus no Sinédrio quando estava sendo julgado (João 7.50-51) e no sepultamento de Jesus, Nicodemos estava presente, e, ajudou José de Arimatéia retirar o corpo de Cristo da cruz do calvário, levando consigo cem libras de um composto de mirra e aloés, demonstrando com isto gratidão e reconhecimento (João 19:38).
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terça-feira, 27 de setembro de 2011
"Chega de viver essa vida egoísta..."
É, o tema do post é um pedacinho de uma música do Fernandinho que toca muito o meu coração. A música Eu Quero Amar. Nesses dias esta música tem tocado mais forte dentro de mim e tem ecoado na minha alma."Fico preocupado só em como devo agir,
Sou minha própria obsessão
Chega de olhar pra mim, abre a minha visão..."
Tenho sido egoísta, apesar de me negar a confirmar isto. Tenho me preocupado com os meus estudos, com o meu trabalho, com o meu relacionamento, com o meu futuro. Vi que nas minhas frases internas os pronomes "eu" e "meu" estavam sendo mencionados com muita frequência, frequência até demais.
Não é errado agirmos para conseguir algo melhor, mas é errado colocar nosso foco apenas no que é melhor para nós. Não fazer nada pelo Reino. Não fazer a diferença na vida de uma pessoa. Isto é errado.
"Quero me entregar por inteiro ao Seu agir,
Põe o Teu amor em meu coração..."
Sabe, será que Deus nos colocou aqui para sermos sábios aos olhos humanos e juntarmos propriedades no nosso planeta? Não. Ele nos escolheu para um propósito muito maior e mais sublime. O de sermos embaixadores do Seu Reino aqui.
"Chega de viver essa vida egoísta, só olhar pra mim me afasta do amor..."
Do amor que tenho que oferecer a alguém que precisa de uma palavra amiga. Um amigo ou amiga minha que precisa de um conselho, ou até mesmo do meu ouvido para desabafar e aliviar o coração. Como temos ficado cegos no nosso dia a dia! Quanta gente está do nosso lado precisando de apenas umas palavras, de um abraço ou um sorriso, e estamos tão distraídos com o nosso "eu" que nossa visão fica ofuscada com os que estão ao nosso redor...
Peço a Deus cada dia mais um coração inclinado a me doar ao trabalho missionário. Quero servir aos meus irmãos. Que o Senhor me lembre a cada dia do propósito maior da minha vida e do porquê que Ele me colocou aqui. Para fazer a diferença.
"Eu quero amar como Tu amas, me importar com os perdidos, fazer obras maiores,
Eu quero estar em meio à multidão de curados e remidos onde Tua glória pode nos tocar..."
Já estou crucificado... Já não vivo... Não mais eu, mas Cristo vive em mim...
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quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Ser boa moça está fora de moda?
Olá, meninas! Tudo bem com vocês? Comigo está tudo ótimo, férias na facul quase acabando e eu já estou no ritmo de estudo... quase no final do curso, prova da OAB vindo e meu sono cada dia menos dormido... rs. Mas tudo tem um propósito.
Queria agora conversar com vocês um assunto que tem me intrigado. Ser boa moça está fora de moda?
Nossa, eu sei que muitas meninas tem enfrentado muita coisa em suas escolas, como eu enfrentei. Eu era taxada de boboca, que não saía para badalar, não xingava, não bebia, não usava roupas provocantes... enfim. Até hoje muita gente me acha "esquisita" pelos mesmos motivos. Sabem que eu sou evangélica, mas mesmo assim, acham que eu estou exagerando, que eu tinha que curtir mais a vida.
Que pressão, não é? Tantas meninas deixam se levar por isso e acabam descendo o seu nível. No final de semana é uma bênção na igreja e na semana, com seus amigos, é uma pessoa completamente diferente que poderia ser chamada de tudo, menos de cristã. É triste, mais isso acontece.
Ser boa moça não está fora de moda. Eu gosto de enfatizar que somos como princesas, porque esta é a visão que Deus tem sobre nós. Filhas dEle, herdeiras do Seu Reino. Andar na contramão do que a maioria diz é muito complicado, a gente acaba se sentindo sozinha em muitas situações, mas é o melhor a se fazer. Para o melhor de Deus você tem que dar o seu melhor para Ele.
Por mais que pareçam "descoladas", as "bad girls" se destroem com as suas atitudes. Bebem demais, fumam demais, se drogam demais, ficam com vários caras diferentes sendo vítimas de várias DSTs e até a Aids. Eu me pergunto: Nós, meninas cristãs, que estamos fora de moda?
A moda é ser livre, a moda é andar de maneira correta. É de andar de cabeça erguida e feliz. Jesus faz isso com a gente. Quando a gente deixa o Espírito Santo dominar a nossa vida, uma alegria sem igual invade o nosso coração. A gente fica bonita, porque o brilho de Cristo exala para outros através de nós. Isso é estar na moda!
Fiquei bem triste quando vi a notícia da morte da Amy Winehouse. Tão nova, tão talentosa. Mais uma pessoa que se destruiu seguindo a sua pseudo-liberdade que na verdade era uma prisão à sua volta.
Infelizmente, moças que tinham uma certa postura estão agindo loucamente, jogando todos os seus princípios pela janela para experimentar tudo que há na Terra para alimentar sua carne... Isso assusta.
Só alguns exemplos de tantas moças. Quando vejo fotos assim que eu entendo que o Senhor nos ama tanto e por isso coloca limites na nossa vida. Ser cristã não é careta. É adotar um modo de vida que te deixa saudável, na sua alma, corpo e espírito.
Esta é a verdadeira moda.
Não negue seus princípios e valores para conhecer o que o mundo tem para te oferecer. Não é bom. O diabo vem para matar, roubar e destruir e só Jesus pode te trazer vida, e vida em abundância.
Seja boa moça. Esta atitude te deixará mais bela e feliz, pode acreditar.
"Como purificará o jovem o seu caminho? Observando-o de acordo com a tua palavra."
Salmos 119:9
"Alegra-te, mancebo, na tua mocidade, e anime-te o teu coração nos dias da tua mocidade, e anda pelos caminhos do teu coração, e pela vista dos teus olhos; sabe, porém, que por todas estas coisas Deus te trará a juízo. "
Eclesiastes 11:9
"Para que ensinem as mulheres novas a amarem aos seus maridos e filhos, a serem moderadas, castas, operosas donas de casa, bondosas, submissas a seus maridos, para que a palavra de Deus não seja blasfemada. Exorta semelhantemente os moços a que sejam moderados. Em tudo te dá por exemplo de boas obras; na doutrina mostra integridade, sobriedade, linguagem sã e irrepreensível, para que o adversário se confunda, não tendo nenhum mal que dizer de nós."
Tito 2:4-8
Mil beijos pra vc e um mega abração em Cristo,
Suh
Queria agora conversar com vocês um assunto que tem me intrigado. Ser boa moça está fora de moda?
Nossa, eu sei que muitas meninas tem enfrentado muita coisa em suas escolas, como eu enfrentei. Eu era taxada de boboca, que não saía para badalar, não xingava, não bebia, não usava roupas provocantes... enfim. Até hoje muita gente me acha "esquisita" pelos mesmos motivos. Sabem que eu sou evangélica, mas mesmo assim, acham que eu estou exagerando, que eu tinha que curtir mais a vida.
Que pressão, não é? Tantas meninas deixam se levar por isso e acabam descendo o seu nível. No final de semana é uma bênção na igreja e na semana, com seus amigos, é uma pessoa completamente diferente que poderia ser chamada de tudo, menos de cristã. É triste, mais isso acontece.
Ser boa moça não está fora de moda. Eu gosto de enfatizar que somos como princesas, porque esta é a visão que Deus tem sobre nós. Filhas dEle, herdeiras do Seu Reino. Andar na contramão do que a maioria diz é muito complicado, a gente acaba se sentindo sozinha em muitas situações, mas é o melhor a se fazer. Para o melhor de Deus você tem que dar o seu melhor para Ele.
Por mais que pareçam "descoladas", as "bad girls" se destroem com as suas atitudes. Bebem demais, fumam demais, se drogam demais, ficam com vários caras diferentes sendo vítimas de várias DSTs e até a Aids. Eu me pergunto: Nós, meninas cristãs, que estamos fora de moda?
A moda é ser livre, a moda é andar de maneira correta. É de andar de cabeça erguida e feliz. Jesus faz isso com a gente. Quando a gente deixa o Espírito Santo dominar a nossa vida, uma alegria sem igual invade o nosso coração. A gente fica bonita, porque o brilho de Cristo exala para outros através de nós. Isso é estar na moda!
Fiquei bem triste quando vi a notícia da morte da Amy Winehouse. Tão nova, tão talentosa. Mais uma pessoa que se destruiu seguindo a sua pseudo-liberdade que na verdade era uma prisão à sua volta.
Infelizmente, moças que tinham uma certa postura estão agindo loucamente, jogando todos os seus princípios pela janela para experimentar tudo que há na Terra para alimentar sua carne... Isso assusta.
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| Vanessa Hudgens, atriz e cantora, famosa pelo papel de Gabriella, no filme High School Musical |
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| Lindsay Lohan |
Só alguns exemplos de tantas moças. Quando vejo fotos assim que eu entendo que o Senhor nos ama tanto e por isso coloca limites na nossa vida. Ser cristã não é careta. É adotar um modo de vida que te deixa saudável, na sua alma, corpo e espírito.
Esta é a verdadeira moda.
Não negue seus princípios e valores para conhecer o que o mundo tem para te oferecer. Não é bom. O diabo vem para matar, roubar e destruir e só Jesus pode te trazer vida, e vida em abundância.
Seja boa moça. Esta atitude te deixará mais bela e feliz, pode acreditar.
"Como purificará o jovem o seu caminho? Observando-o de acordo com a tua palavra."
Salmos 119:9
"Alegra-te, mancebo, na tua mocidade, e anime-te o teu coração nos dias da tua mocidade, e anda pelos caminhos do teu coração, e pela vista dos teus olhos; sabe, porém, que por todas estas coisas Deus te trará a juízo. "
Eclesiastes 11:9
"Para que ensinem as mulheres novas a amarem aos seus maridos e filhos, a serem moderadas, castas, operosas donas de casa, bondosas, submissas a seus maridos, para que a palavra de Deus não seja blasfemada. Exorta semelhantemente os moços a que sejam moderados. Em tudo te dá por exemplo de boas obras; na doutrina mostra integridade, sobriedade, linguagem sã e irrepreensível, para que o adversário se confunda, não tendo nenhum mal que dizer de nós."
Tito 2:4-8
Mil beijos pra vc e um mega abração em Cristo,
Suh
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sexta-feira, 29 de julho de 2011
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Convite especial: Que tal morrer?
Olá, pessoal! Você deve estar curioso e/ou assustado com o título do post. Será indução ao suicídio? A Suh deve estar ficando doidinha... bem, não propriamente é um suicídio, ou será que é?
A necessidade de morrer, de negar a si mesmo nesta terra, de fazer o certo, não importa o que digam ou achem de você. Está preparado para isto?
" Jesus dizia a todos: Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome diariamente a sua cruz e siga-me." Lucas 9:23
O "morrer" para nós está ligado justamente ao negar-se a si mesmo. Ao deixar de fazer algo que você sabe que é errado por amor a Deus. Deixar de satisfazer a carne, o ego, o "eu" e se preocupar com o que Deus quer para nós, pois há uma lei bem maior para cumprirmos.
E como temos falta disso... Hoje em dia, vemos que as pessoas trazem consigo bezerros de ouro, como a bênção, a vitória financeira, a saúde, o carro do ano, o emprego muito bem remunerado... enfim. Não é errado ter essas coisas, mas quando este querer se transforma em idolatria, tomando o lugar do Reino de Deus, aí sim, é errado.
Um exemplo de abnegação que quero dividir com vocês é a história dos cristãos moravianos. Não deixe de ler:
A história verídica trata de três jovens, que movidos por uma profunda paixão missionária, despediram-se de seus familiares e de seus amigos a fim de serem enviados como missionários a uma ilha na África, cheia de escravos que precisavam ouvir o evangelho, chamada Madagascar.
O fato é que nessa ilha só era permitido entrar escravos, era proibida a entrada de pessoa livres. Quando disseram para aqueles três jovens extravagantes que seria impossível para eles pregarem o evangelho em Madagascar, pois somente escravos poderiam viver naquela ilha, eles não tiveram dúvidas, decidiram voluntariamente ser vendidos como escravos.
Eles sabiam que teriam que terminar seus dias na ilha sem nunca mais poder reencontrar seus amigos e familiares. No dia que estavam no porto se despedindo do grupo de oração e de suas famílias o choro de todos era intenso, pois sabiam que nunca mais veriam aqueles irmãos tão queridos...
Quando o navio tomou certa distância eles três se abraçaram e gritaram suas ultimas palavras que foram ouvidas:
QUE O CORDEIRO QUE FOI IMOLADO RECEBA A RECOMPENSA DO SEU SOFRIMENTO.
Imagine a coragem desses jovens! Eles souberam negar a si mesmos para fazer a vontade do Senhor.
A maior recompensa que podemos dar a Deus pelo seu sacrifício ali na cruz e nos doarmos a fazer com a vontade do Pai seja manifesta em nosso meio.
Vale a pena negar a si mesmo por amor a Cristo.
A necessidade de morrer, de negar a si mesmo nesta terra, de fazer o certo, não importa o que digam ou achem de você. Está preparado para isto?
" Jesus dizia a todos: Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome diariamente a sua cruz e siga-me." Lucas 9:23
O "morrer" para nós está ligado justamente ao negar-se a si mesmo. Ao deixar de fazer algo que você sabe que é errado por amor a Deus. Deixar de satisfazer a carne, o ego, o "eu" e se preocupar com o que Deus quer para nós, pois há uma lei bem maior para cumprirmos.
E como temos falta disso... Hoje em dia, vemos que as pessoas trazem consigo bezerros de ouro, como a bênção, a vitória financeira, a saúde, o carro do ano, o emprego muito bem remunerado... enfim. Não é errado ter essas coisas, mas quando este querer se transforma em idolatria, tomando o lugar do Reino de Deus, aí sim, é errado.
Um exemplo de abnegação que quero dividir com vocês é a história dos cristãos moravianos. Não deixe de ler:
A história verídica trata de três jovens, que movidos por uma profunda paixão missionária, despediram-se de seus familiares e de seus amigos a fim de serem enviados como missionários a uma ilha na África, cheia de escravos que precisavam ouvir o evangelho, chamada Madagascar.
O fato é que nessa ilha só era permitido entrar escravos, era proibida a entrada de pessoa livres. Quando disseram para aqueles três jovens extravagantes que seria impossível para eles pregarem o evangelho em Madagascar, pois somente escravos poderiam viver naquela ilha, eles não tiveram dúvidas, decidiram voluntariamente ser vendidos como escravos.
Eles sabiam que teriam que terminar seus dias na ilha sem nunca mais poder reencontrar seus amigos e familiares. No dia que estavam no porto se despedindo do grupo de oração e de suas famílias o choro de todos era intenso, pois sabiam que nunca mais veriam aqueles irmãos tão queridos...
Quando o navio tomou certa distância eles três se abraçaram e gritaram suas ultimas palavras que foram ouvidas:
QUE O CORDEIRO QUE FOI IMOLADO RECEBA A RECOMPENSA DO SEU SOFRIMENTO.
Imagine a coragem desses jovens! Eles souberam negar a si mesmos para fazer a vontade do Senhor.
A maior recompensa que podemos dar a Deus pelo seu sacrifício ali na cruz e nos doarmos a fazer com a vontade do Pai seja manifesta em nosso meio.
Vale a pena negar a si mesmo por amor a Cristo.
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