Pense numa letra de música linda... O Tapeceiro, de Stênio Marcius.
Como eu me identifico com a letra... minha vida é obra de tapeçaria... obra nas mãos do Grande Tapeceiro. Jesus Cristo.
Desde que nasci minha vida está sendo traçada com linhas. Algumas cores alegres, vivas e outras com cores mais nubladas e tristes. Mas quando todas essas linhas traçadas se juntam, formam um lindo tapete, uma linda obra de arte!
Tapeceiro
Grande artista
Vai fazendo o seu trabalho
Incansável, paciente
No seu tear
Jesus Cristo é o autor da criação, o Grande artista que trabalha na nossa vida, pacientemente, incansável nos traços. Ele não desiste de nós.
Tapeceiro
Não se engana
Sabe o fim desde o começo
Trança voltas, mil desvios
Sem perder o fio
Deus sabe do que faz. Todas as coisas cooperam para o nosso bem. Ele sabe da nossa história, Ele tem propósitos lindos para nós. Temos que entregar o tear da nossa vida nas mãos do nosso Mestre, o grande autor da criação. Ele não perde o fio do traçado do nosso viver.
Minha vida é obra de tapeçaria
É tecida de cores alegres e vivas
Que fazem contraste no meio das cores
Nubladas e tristes
Nossa vida é formada de momentos alegres e ao mesmo tempo momentos tristes.
Se você olha do avesso
Nem imagina o desfecho
No fim das contas
Tudo se explica
Tudo se encaixa
Tudo coopera pro meu bem
Quando se vê pelo lado certo
Muda-se logo a expressão do rosto
Obra de arte pra honra e glória
Do Tapeceiro
Você pode olhar e ver de repente uma "bagunça" na sua vida. Vc pode não entender muita coisa do que está acontecendo com você. Pode não estar entendendo o trabalho do Tapeceiro. Porém, no final das contas vc vai olhar para trás e ver que tudo que aconteceu teve um propósito, cooperou para o seu bem. Te fez crescer como pessoa, te fez ajudar outras pessoas, enfim. Te fez ser um melhor servo de Deus.
E tudo o que acontece conosco é para honra e glória de Jesus.
Quando se vê pelo lado certo
Todas as cores da minha vida
Dignificam a Jesus Cristo
O Tapeceiro.
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segunda-feira, 12 de janeiro de 2015
Tapeceiro - Vivendo a vontade de Deus
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sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
Voltando a blogar. Projeto Gramachinhos
Olá, pessoal! Tô muuuuuuuuito sumida, eu sei!
Saudades do meu cantinho, saudades de postar e interagir com vcs.
Graças a Deus, as coisas vão indo bem. Algumas lutas, mas a misericórdia e o amor de Deus me sustentam. Assim, caminhando vou para Canaã. rs.
Quero dividir com vcs a alegria que estou tendo de começar a ajudar um projeto muito legal aqui no RJ. É o projeto Gramachinhos, que cuida de pessoas moradoras da Comunidade do Lixão do Jardim Gramacho. É um projeto lindo!
Foi idealizado pela Adriana e Júlia Blakeney (mãe e filha). Mulheres guerreiras que doam seu tempo e amor a diversas crianças, jovens e adultos.
A galera da Juventude Pibig (grupo de jovens da minha igreja PIB da Ilha do Governador) visitou essa galerinha do bem no final de ano. Apresentamos teatro e nos divertimos de montão!!!!
Seguem fotos e alguns comentários sobre o projeto, se vc quiser ajudar.
Saudades do meu cantinho, saudades de postar e interagir com vcs.
Graças a Deus, as coisas vão indo bem. Algumas lutas, mas a misericórdia e o amor de Deus me sustentam. Assim, caminhando vou para Canaã. rs.
Quero dividir com vcs a alegria que estou tendo de começar a ajudar um projeto muito legal aqui no RJ. É o projeto Gramachinhos, que cuida de pessoas moradoras da Comunidade do Lixão do Jardim Gramacho. É um projeto lindo!
Foi idealizado pela Adriana e Júlia Blakeney (mãe e filha). Mulheres guerreiras que doam seu tempo e amor a diversas crianças, jovens e adultos.
A galera da Juventude Pibig (grupo de jovens da minha igreja PIB da Ilha do Governador) visitou essa galerinha do bem no final de ano. Apresentamos teatro e nos divertimos de montão!!!!
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terça-feira, 7 de agosto de 2012
A classe média gasta em roupas o dobro do que investe em educação
Pesquisa aponta que classe média gasta em roupas o dobro do que investe em formação. Mas esse quadro começa a mudar: brasileiros estão atrás de melhores colocações profissionais, e instituições de ensino já se adaptam às novas demandas.
Quando o assunto é escolher entre investir em educação ou na aparência, o brasileiro prefere se sentir bem diante do espelho. A Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) comprovou que a escolaridade ocupa apenas 3% do orçamento, enquanto os desembolsos com vestuário totalizam 5,5%. Essa opção é ainda mais visível na classe C, que representa 54% da população e 49% do consumo desse bem no país. “A nova classe média, sem dúvida, prefere gastar com roupa do que comprar um livro. Mais de 23% de tudo que entra vai para esse fim. Quem ganha R$ 1,5 mil mensais usa pelo menos R$ 350 com moda e beleza”, calcula Cristina Marinho, especialista em marketing da moda e comportamento do consumidor.
A classe C vê a moda como um passaporte para a inclusão social, uma forma de ser aceita, dizem especialistas. Não se trata de consumo leviano, mas do reflexo da melhoria da qualidade de vida. Pesquisa da N. Marinho Marketing aponta que, nesse grupo, a maioria é mulher, com nível superior completo, acesso à internet, que se inspira no que usam as celebridades e as protagonistas de novelas. Não está preocupada com marca. Quer roupa de qualidade, com bom acabamento, sem gastar muito. Os homens, esses sim, gostam de ostentar etiqueta famosa de grife estrangeira.
Para Renato Meirelles, presidente do Instituto Data Popular, no entanto, a comparação entre vestuário e estudo não sobrevive fora do contexto histórico e social. “Roupa não é supérfluo. A classe C entrou para o mercado de trabalho: 83% têm carteira assinada e precisam ampliar o guarda-roupa”, opina. Ele ressalta um “certo preconceito” em relação à nova classe. É julgada porque compra roupa. Se não compra e usa modelo tido como inadequado, os mesmos críticos não lhe darão emprego ou a tacharão de brega. Meirelles também descarta o discurso de que essa fatia da sociedade não poupa para a educação dos filhos e que, sem o preparo das classes A e B, puxa a qualidade do ensino para baixo. “A classe C ainda carece de gêneros de primeira necessidade. Metade da população brasileira não tem máquina de lavar. Vai para o tanque depois de um cansativo dia de trabalho”, destaca.
Na ponta do lápis
Os gastos com vestuário, contudo, começam a diminuir, cedendo lugar a investimentos em educação, em todas as camadas sociais. A funcionária pública Ana Carolina Oliveira, 26 anos, mãe de Miguel, 3 anos, desembolsa 17,5% da renda mensal de R$ 4 mil na creche do filho (R$ 700), no Guará I. “Se contarmos R$ 500 de material escolar, uniforme escolar e os passeios, ultrapassa os 20%”, garante. Do orçamento, apenas 10% são para renovar o guarda-roupa. “Só compro roupa para trabalhar e viajar”, confessa. Ela ainda não faz poupança. Pretende ter mais um bebê para depois começar a se organizar.
Já o casal Silmara de Azevedo Campos, 30, e Alexandre Lopes de Souza, 32, — ele estudante de direito e bolsista e ela formada em propaganda e marketing — deposita o quanto podem da renda familiar, de R$ 3,5 mil, em título de capitalização para o filho Saulo Fernando Campos de Souza, 4 anos. Só a escola do menino (R$ 720) representa 20,57% dos ganhos. Silmara paga mais R$ 250 ao programa de Financiamento Estudantil (Fies) e divide com o marido as viagens de férias para o litoral nordestino. “Dá para sobreviver. Além do emprego, faço consultoria para bancar outros gastos”, conta ela. Apesar do controle, ela admite que, se calcular, é possível que o vestuário ultrapasse os 25% do total dos gastos.
Andreia, 46, e Marco Aurélio de Oliveira, 50, moram no Lago Sul com três filhos: Marco Aurélio, 15, Anna Carolina, 14, e Anna Clara, 6. Escola, cursos de línguas e reforço escolar não saem por menos de R$ 5,5 mil, cerca de 20% da renda. O material didático este ano custou R$ 6 mil. Com vestuário, vão mais de 25% dos ganhos, incluindo as peças novas que não podem faltar em datas especiais. “O gasto não é maior porque não compro nada sem pesquisar na internet”, conta Andreia, que não consegue fugir totalmente das pressões. “Meu filho, adolescente, agora só quer roupa de marca. Mas até isso eu encontro nos site de compras coletivas”, ressalta.
O custo (com a educação) não é tão alto porque o colégio é em Águas Claras, oferece atividades físicas e não pagamos transporte Giulean Alves de Matos
Tom certo
Os funcionários públicos Giulean Alves de Matos, 37, e Vanessa , 35, são controlados. Ele faz uma planilha organizada e garante que 20% da renda líquida familiar de R$ 10,8 mil vão para educação das filhas, Giovanna, 14, e Gianne, 10. Escola e curso de inglês chegam a R$ 2,2 mil. Material escolar, R$ 2,1 mil. “O custo não é tão alto porque o colégio é em Águas Claras, oferece atividades físicas e não pagamos transporte escolar”, pondera Giulean. O único item não controlado é o desembolso com vestuário. “Fico nervoso só de pensar”, brinca. Do salário, não há sobras para aplicações. Ele é administrador de empresas e faz consultoria. O extra é investido em imóveis.
O advogado Luís Cláudio Megiorin, presidente da Associação de Pais e Alunos das Instituições de Ensino (Aspa-DF), defende que o gasto com educação aumentou, mas não porque a formação acadêmica se tornou prioridade. “As escolas são absurdamente caras e de qualidade duvidosa”, alerta. No blog da Aspa, ele denuncia aumentos das mensalidades acima da inflação, nos últimos cinco anos, e afirma que são as classes A e B que bancam os sistemas público e privado de formação. “As escolas de base eram públicas e excelentes. Hoje, dispensam comentários. O gasto excessivo da classe C com roupa é reflexo de políticas que não priorizam a educação. O importante hoje é comprar carro”, provoca.
Para atender a busca da parcela emergente por educação e inserção no mercado de trabalho, algumas instituições de ensino superior adaptaram suas metodologias e estratégias. A União Educacional de Brasília (Uneb) tem regime de módulos mensais, que permite processo seletivo em qualquer época do ano, e preços que cabem no bolso — a partir de R$ 254,99. Adotou também a educação a distância. A ideia, segundo o diretor executivo, Marcelino Hermida, é usar tecnologias inovadoras em benefício do aluno, sem baixar a qualidade. “Quanto mais investimento em educação, maior a empregabilidade e o reconhecimento profissional. O aluno que destoar da classe pode optar pelo nosso projeto de monitoramento, com acompanhamento personalizado. Estudamos caso a caso. Seguindo as orientações, em pouco tempo, ele estará em nível semelhante ao dos colegas. Nosso objetivo é encontrar o tom certo, com democracia e equilíbrio”, destaca Hermida.
Fonte: Eu, estudante
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terça-feira, 17 de julho de 2012
Será que não tenho valor nenhum?
Você pode ter feito essa pergunta para si mesma. Infelizmente, na nossa sociedade, os valores estão a cada dia mais invertidos. Moças que deveriam ser exemplo de vida não são sequer vistas. As mulheres-fruta e outras com a profissão "desfilo no carnaval, participo de reality show e vou para a revista" são enaltecidas como um modelo de vida.
As mulheres estão apagando sua opinião, seus sonhos, sua voz, em nome de poder caber numa forma feita pela mídia que massacra, passa por cima, sem dó. E se você quer ser diferente e seguir na contramão, prepare-se: não terá o seu valor visto pela grande maioria.
Quer dizer que vale a pena ser desse jeito e ser vista, ter esse "valor"? Não. Longe disso. Temos que ser as mulheres virtuosas, temos que agradar a Cristo com todo nosso viver. Não vale a pena ganhar o mundo inteiro e perder a alma. O caminho a seguir é justamente a contramão.
Em qualquer hora da sua vida você vai encontrar uma pessoa que não te dá valor e até de maltrata. Tira sarro de você, do seu jeito ou de sua roupa. Se você é gordo, se você é magro, branco, negro, amarelo, índio... Sempre.
Mas você não deve deixar que essas pessoas determinem o seu valor, te diminuindo. O valor verdadeiro é o que Deus te dá, e você precisa tratar a si mesma com os valores de Deus para redefinir sua beleza.
Muitos tratam tesouros como lixos, por não entender o valor deles. Por exemplo, quando uma criança pega um vaso caro da mãe e brincando, o joga no chão. Naquele momento, a criança não sabe o valor daquilo, nem tem a noção do que está fazendo. Por não entender o valor do vaso, ela não o tratou com o carinho merecido.
Max Lucado diz que se tem algo que aprendeu sobre ter uma aparência ótima é que machucar a si mesma nunca é uma forma boa de ficar bem. Seja se cortando, vomitando, tomando laxantes ou qualquer outra coisa que possa prejudicar, só vai fazer a pessoa se sentir pior.
Nancy DeMoss diz que algumas vezes não vemos nosso valor até ouvirmos isso de nosso criador.
Se uma pessoa não conhece um quadro raríssimo de um pintor famoso, pode até jogá-lo fora, no lixo. Isso tiraria o valor da obra? Claro que não! Se um colecionador visse a pintura, iria reconhecer na hora o verdadeiro valor e ofereceria um valor considerável por ela.
Parou para pensar que para Cristo o valor de uma alma é maior que o mundo inteiro? Quando você acreditar no valor que tem de verdade, irá se tratar com o devido valor.
Suas atitudes mudam completamente. Fará escolhas melhores na sua vida, até mesmo da sua companhia, tanto no namoro quanto nas amizades. Então começará a irradiar a beleza, por ter ciência do seu valor.
Deus te deu valor pelo fato de tão somente existir. Se alguém quiser te passar pra trás como uma coisa descartável, lembre-se do quanto Deus honra você. O Criador de todo o universo sabe o quanto você vale.
Se vivermos sem contentamento, sempre nos comparando às outras, nunca ficaremos contentes com quem somos. Sempre haverá uma moça mais bonita, mais inteligente, com mais sucesso. Quando se sentir tentada a se comparar, agradeça a Deus por tudo que você tem e peça a Deus para colocar em você a mente de Paulo em Filipenses 4:11.
“Aprendi a adaptar-me a toda e qualquer circunstância...”
Parou para pensar que Deus tem um propósito na sua vida? Ele permitiu que você nascesse! :-D
As mulheres estão apagando sua opinião, seus sonhos, sua voz, em nome de poder caber numa forma feita pela mídia que massacra, passa por cima, sem dó. E se você quer ser diferente e seguir na contramão, prepare-se: não terá o seu valor visto pela grande maioria.
Quer dizer que vale a pena ser desse jeito e ser vista, ter esse "valor"? Não. Longe disso. Temos que ser as mulheres virtuosas, temos que agradar a Cristo com todo nosso viver. Não vale a pena ganhar o mundo inteiro e perder a alma. O caminho a seguir é justamente a contramão.
Em qualquer hora da sua vida você vai encontrar uma pessoa que não te dá valor e até de maltrata. Tira sarro de você, do seu jeito ou de sua roupa. Se você é gordo, se você é magro, branco, negro, amarelo, índio... Sempre.
Mas você não deve deixar que essas pessoas determinem o seu valor, te diminuindo. O valor verdadeiro é o que Deus te dá, e você precisa tratar a si mesma com os valores de Deus para redefinir sua beleza.
Muitos tratam tesouros como lixos, por não entender o valor deles. Por exemplo, quando uma criança pega um vaso caro da mãe e brincando, o joga no chão. Naquele momento, a criança não sabe o valor daquilo, nem tem a noção do que está fazendo. Por não entender o valor do vaso, ela não o tratou com o carinho merecido.
Max Lucado diz que se tem algo que aprendeu sobre ter uma aparência ótima é que machucar a si mesma nunca é uma forma boa de ficar bem. Seja se cortando, vomitando, tomando laxantes ou qualquer outra coisa que possa prejudicar, só vai fazer a pessoa se sentir pior.
Nancy DeMoss diz que algumas vezes não vemos nosso valor até ouvirmos isso de nosso criador.
Se uma pessoa não conhece um quadro raríssimo de um pintor famoso, pode até jogá-lo fora, no lixo. Isso tiraria o valor da obra? Claro que não! Se um colecionador visse a pintura, iria reconhecer na hora o verdadeiro valor e ofereceria um valor considerável por ela.
Parou para pensar que para Cristo o valor de uma alma é maior que o mundo inteiro? Quando você acreditar no valor que tem de verdade, irá se tratar com o devido valor.
Deus te deu valor pelo fato de tão somente existir. Se alguém quiser te passar pra trás como uma coisa descartável, lembre-se do quanto Deus honra você. O Criador de todo o universo sabe o quanto você vale.
Se vivermos sem contentamento, sempre nos comparando às outras, nunca ficaremos contentes com quem somos. Sempre haverá uma moça mais bonita, mais inteligente, com mais sucesso. Quando se sentir tentada a se comparar, agradeça a Deus por tudo que você tem e peça a Deus para colocar em você a mente de Paulo em Filipenses 4:11.
“Aprendi a adaptar-me a toda e qualquer circunstância...”
Parou para pensar que Deus tem um propósito na sua vida? Ele permitiu que você nascesse! :-D
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terça-feira, 10 de julho de 2012
Quer mover o mundo? Saiba como aqui...
É incrível saber que Deus, o Soberano do Universo, ordenaria que as orações causassem as coisas. Orações fazem com que as coisas que não aconteceriam se você não orasse aconteçam.
O livro de Tiago, capítulo 4, versículo 2 diz que nada temos porque não pedimos. Não significa que teríamos de qualquer jeito, mesmo se não pedirmos, como se Deus tivesse planejado tudo isso. Significa que só teríamos se pedíssemos! Orar faz com que as coisas aconteçam. Coisas que não aconteceriam se você não orasse.
Por isso que orar é um tremendo privilégio! Se você não tira proveito desse privilégio de participar com Deus para mudar as coisas à sua volta, que não vão acontecer se você não orar, então você estará agindo como um grande tolo.
É por isso que oramos. Deus compartilha conosco o reger do universo. Temos que entender que somos filhos de Deus.
Adaptado de um trecho da pregação de John Piper
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quinta-feira, 3 de maio de 2012
A saga de Mel e seu arqui-inimigo: O espelho [Parte 3]
Na hora da saída, as meninas foram apressadas para casa. Tinham muito o que conversar. Enquanto a mãe de Mel estava terminando o almoço, elas correram para o quarto. A curiosidade estava gigante!
_ Bem, Mel, vou te contar tudo que aconteceu comigo, as mágoas que tive e como Deus me ajudou a sará-las.
_ Estou ansiosa para saber, minha amiga!
Fer começou a relatar sua história com um nó na garganta, mas tinha que ajudar sua prima. Era algo que precisava ser feito.
_ Prima, eu sofri muito na época da escola, muito mesmo. Tinha mil apelidos, uns piores que os outros. Vivia sozinha, por mais que eu tentasse ter amigos, não conseguia, pois não me encaixava no padrão deles. Teve um dia que rasgaram uma folha do meu livro e desenharam uma porca, dizendo: “Pare de comer! Olha com quem você se parece!”
_ Que ridículos! _ disse Mel.
_ Pois é, Mel. Naquele dia eu engoli meu choro e fui para a minha casa. Deitei na minha cama e chorei como nunca tinha chorado. Pedi para Deus para que me matasse naquela hora, que eu não merecia viver. Olhei o meu espelho e joguei a minha escova de cabelo nele, e se espatifou em mil pedacinhos... na verdade, queria descontar no meu pior inimigo tudo aquilo que eu estava sentindo. Dizia para mim mesma: Você não merece viver, sua gorda imprestável! Ninguém quer ser seu amigo! Você tem que morrer!
Sei que fui muito dura comigo mesma e fui dura com Deus, que me criou. Estava tão preocupada com o que os outros pensavam de mim, que esqueci o que Deus pensava ao meu respeito. Depois daquele dia, desanimei completamente de orar, de manter a minha vida com Deus. Eu ia à igreja, mas só de corpo presente, sabe? Não sentia nada, estava revoltada com Deus e com a maneira pela qual Ele tinha me criado. Que fragilidade a minha...
_ É, eu me sinto assim, Fer. Você está descrevendo tudo que está no meu coração. Estou amarga, me sinto sozinha...
E Fernanda continuou a falar. A história não terminaria ali. Um fato culminou na sua decisão de mudança.
_ Mel, eu era apaixonada pelo Pedro, um menino da minha sala, há uns 2 anos. Ele era muito popular e eu não conseguia deixar de gostar dele. Um dia, como que por um milagre, ele me chamou para tomar sorvete no shopping. Fiquei muito contente. Me arrumei toda e cheguei lá na hora marcada. Esperei uma hora. Duas. Três horas. Quando vi que ele não viria.
No outro dia, todos da escola sabiam que ele tinha me deixado plantada no shopping. Quando cheguei para ele, perguntando o porquê ele não tinha ido, ele me disse: Você acha mesmo que eu sairia com uma gorda? Se enxerga!
Infelizmente, ele preparou uma brincadeira de mal gosto, e tudo estava combinado com os amigos e amigas dele que não gostavam de mim. E a situação ficou insuportável, mesmo. Então, fui cansando de tudo, parei de estudar, minhas notas abaixaram, e muito. Fiquei cansada até de ir para a igreja, de buscar a Deus. A minha vida era uma porcaria mesmo, pra quê ir pra igreja?
_ Fer, eu estou completamente sem vontade de buscar a Deus, sem vontade de nada! Assim como você estava!
_ É, Mel. É muito triste tudo isso…
_ Como você resolveu tudo isso?
_ Mel, Deus de uma forma tremenda começou a impactar o meu coração. Foi quando eu não agüentei e me lancei aos seus pés. Estava com saudades de ter um relacionamento íntimo e sincero com o Pai... Chorei. Pedi perdão. Pedi para que Deus entrasse na minha vida de novo e que eu conseguisse enxergar de uma maneira mais profunda toda aquela situação.
Sabe, me deparei com a cruz naquele instante. Jesus não tinha aparência, nem formosura, como diz o livro de Isaías. E aquele povo não teve pena dele, cuspiu, desprezou ao extremo, desacreditou das suas palavras, o trataram como um marginal no momento da crucificação. Se Cristo enfrentou toda aquela dor, sem merecer, quem era eu para não passar por lutas aqui? Jesus mesmo disse que no mundo eu teria aflições, mas que eu deveria ter bom ânimo, pois Ele tinha vencido o mundo! Quem eu era? Que orgulho era esse que me fazia sentir que não deveria e não merecia passar por nada!
Neste momento, lágrimas saíram dos olhos de Mel. A história de Fernanda a tinha confrontado e o Espírito Santo estava penetrando no seu coração. Estava decidida, iria mudar. E iria fazer com que outras meninas enxergassem o valor que têm e que a sociedade não faz questão de mostrar. Queria fazer a diferença na vida de outras e ser um instrumento nas mãos de Deus. Tudo iria mudar...
Aguarde a continuação desta
Um grande beijo no seu coração!!!
Suh
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sexta-feira, 16 de março de 2012
A saga de Mel e seu arqui-inimigo: O tão temido espelho...
Aqui se inicia a saga de Mel... uma menina como nós, uma mistura de doçura e alegria com diversos temores...
Mais um ano letivo se iniciava e o coração de Mel batia descompassado. Gostava da escola, mas não gostava das pessoas com quem tinha que conviver. Mel queria ter amigos, queria se encaixar no "padrão popular", mas não conseguia. A hora do intervalo era sempre sozinha, na companhia de um bom livro ou das músicas no seu telefone. Os dias passavam monótonos... O relógio parecia não se movimentar um milímetro.
Enquanto Mel ficava em pensamentos nas horas de intervalo, do outro lado do pátio estava Thábata. Cheia de pessoas ao redor, era o oposto de Mel. Não gostava muito de estudar, mas amava estar na moda e ter todos os carinhas bonitos da escola aos seus pés. Mel olhava e dizia para si mesma: Eu queria ser como a Thábata... loira, cabelos imensos e lisos, olhos claros, magrinha... Nossa, Thábata era o ideal de padrão de beleza. Se quisesse, poderia seguir a carreira de modelo fácil, fácil.
As duas pertenciam a mesma igreja. Só que a história se repetia também lá. Mel ficava no cantinho, cantando no conjunto e Thábata ficava no Ministério de Louvor. Cantava muito bem. Todos os rapazes da igreja se derretiam diante de Thábata. Ela era tão linda que seu apelido era Barbie.
E Mel se sentia mal, se sentia sozinha, desprezada. Nenhum rapaz da igreja se interessava por ela e ela sentia como se fosse ficar solteira para sempre. Queria se conformar com o seu destino de ser uma senhora idosa, sozinha e dona de 20 gatos. Que triste!
Mel sabia dentro do seu coração que esta atitude dela não agradava a Deus. Mas não conseguia parar de se autopunir. Quando olhava no espelho dizia para si mesma: "Sua ridícula... gorda, feia, cheia de espinhas... por isso que ninguém gosta de você. Ninguém!" Nessa hora, lágrimas corriam pela sua face, numa mistura de amargura e desespero. "Meu Deus, por que o Senhor não me fez bonita? O que custava?" Balbuciava e resmungava para Deus quase todos os dias.
Não tinha vontade de fazer nada na Casa de Deus, pois pensava: "Pra que me esforçar se eu sou invisível aqui?" Para Mel, cantar no conjunto todos os domingos já estava de bom tamanho. Para ela, se saísse da igreja, ninguém repararia. "Duvido que com a Thábata seria assim. Se ela chega atrasada um dia, todos já ligam preocupados. E eu, quando fico doente uma semana, ninguém nem me liga para saber se eu estou bem".
Mel não imaginava o quanto estava perdendo e quanta coisa Deus queria fazer através da vida dela. Mel deixava que seu arqui-inimigo, o espelho, lhe falasse o seu valor e lhe ditasse todos os dias que ela não estava na moda, que ela não era nem um pouco especial. Estas coisas corroíam seu coração, sua mente, mas Mel tinha a necessidade de se autopunir. Só assim não se magoaria com o que os outros pudessem dizer dela. Era melhor ficar no cantinho, pois era bem mais seguro...
Em mais um dia de aula, Mel chegou mais cedo no colégio. "Que droga!" , pensou. A mãe de Mel adiantava o relógio para que ninguém da casa se atrasasse e naquele dia, Mel esquecera daquele detalhe. Quando se dirigia ao banco, quase caiu para trás. Thábata estava com André, o garoto mais bonito da escola, aos beijos e abraços. Tentou sair o mais rápido possível dali, para que ninguém a visse.
É, eles não estavam namorando. Estavam ficando. Aí que Mel pensou que não valia a pena andar na linha, andar no caminho certo. "Eu sou toda certa e a Thábata é uma perdida, e é ela que tem valor".
Quando chegou em casa, Mel chorou. Chorou um choro desanimador, triste mesmo. Depois de um tempo de angústia, a campainha tocou.
Chegava na casa Fernanda, prima de Mel. Nossa, há anos Fernanda não aparecia e decidiu passar um tempo na casa da sua tia para estudar, já que seus pais tinham sido transferidos a trabalho para outro país. Pediu para esta guardasse segredo, para fazer uma surpresa à Mel. As duas eram grandes amigas na infância, mas a família de Fernanda se mudou para o sul. Então as duas perderam contato.
_ Não acredito, Fer! Você veio! Que bom!!! _ disse Mel, enxugando os olhos e dando um abraço imenso em Fernanda._ Surpresa, prima! Que saudades de você! Agora vamos ter um tempo para matar a saudade... Peraí, você estava chorando?
_ Bem, não... ai... eu estava, mas não é nada importante.
_ Ai, Mel, tá... posso te pedir uma coisa? Quer orar comigo agradecendo por este tempo que Deus nos deu para estarmos juntas?
_ Vamos orar sim, Fer.
As duas começaram a oração. O coração de Mel estava alegre, pois não ia ficar sozinha. Sua amiga de infância estava ali, pertinho... teria com quem conversar, sair, se divertir. Era tudo que Mel queria...
Fernanda agora iria ser transferida para a escola de Mel. Tudo seria diferente. A vida de Mel iria mudar de uma maneira impressionante...
Quer saber mais? Acompanhe o próximo post da saga! (gostei desse suspense... rsrs)
Um grande beijo no seu coração!
Suh
Mais um ano letivo se iniciava e o coração de Mel batia descompassado. Gostava da escola, mas não gostava das pessoas com quem tinha que conviver. Mel queria ter amigos, queria se encaixar no "padrão popular", mas não conseguia. A hora do intervalo era sempre sozinha, na companhia de um bom livro ou das músicas no seu telefone. Os dias passavam monótonos... O relógio parecia não se movimentar um milímetro.
Enquanto Mel ficava em pensamentos nas horas de intervalo, do outro lado do pátio estava Thábata. Cheia de pessoas ao redor, era o oposto de Mel. Não gostava muito de estudar, mas amava estar na moda e ter todos os carinhas bonitos da escola aos seus pés. Mel olhava e dizia para si mesma: Eu queria ser como a Thábata... loira, cabelos imensos e lisos, olhos claros, magrinha... Nossa, Thábata era o ideal de padrão de beleza. Se quisesse, poderia seguir a carreira de modelo fácil, fácil.
As duas pertenciam a mesma igreja. Só que a história se repetia também lá. Mel ficava no cantinho, cantando no conjunto e Thábata ficava no Ministério de Louvor. Cantava muito bem. Todos os rapazes da igreja se derretiam diante de Thábata. Ela era tão linda que seu apelido era Barbie.
E Mel se sentia mal, se sentia sozinha, desprezada. Nenhum rapaz da igreja se interessava por ela e ela sentia como se fosse ficar solteira para sempre. Queria se conformar com o seu destino de ser uma senhora idosa, sozinha e dona de 20 gatos. Que triste!
Mel sabia dentro do seu coração que esta atitude dela não agradava a Deus. Mas não conseguia parar de se autopunir. Quando olhava no espelho dizia para si mesma: "Sua ridícula... gorda, feia, cheia de espinhas... por isso que ninguém gosta de você. Ninguém!" Nessa hora, lágrimas corriam pela sua face, numa mistura de amargura e desespero. "Meu Deus, por que o Senhor não me fez bonita? O que custava?" Balbuciava e resmungava para Deus quase todos os dias.
Não tinha vontade de fazer nada na Casa de Deus, pois pensava: "Pra que me esforçar se eu sou invisível aqui?" Para Mel, cantar no conjunto todos os domingos já estava de bom tamanho. Para ela, se saísse da igreja, ninguém repararia. "Duvido que com a Thábata seria assim. Se ela chega atrasada um dia, todos já ligam preocupados. E eu, quando fico doente uma semana, ninguém nem me liga para saber se eu estou bem".
Mel não imaginava o quanto estava perdendo e quanta coisa Deus queria fazer através da vida dela. Mel deixava que seu arqui-inimigo, o espelho, lhe falasse o seu valor e lhe ditasse todos os dias que ela não estava na moda, que ela não era nem um pouco especial. Estas coisas corroíam seu coração, sua mente, mas Mel tinha a necessidade de se autopunir. Só assim não se magoaria com o que os outros pudessem dizer dela. Era melhor ficar no cantinho, pois era bem mais seguro...
Em mais um dia de aula, Mel chegou mais cedo no colégio. "Que droga!" , pensou. A mãe de Mel adiantava o relógio para que ninguém da casa se atrasasse e naquele dia, Mel esquecera daquele detalhe. Quando se dirigia ao banco, quase caiu para trás. Thábata estava com André, o garoto mais bonito da escola, aos beijos e abraços. Tentou sair o mais rápido possível dali, para que ninguém a visse.
É, eles não estavam namorando. Estavam ficando. Aí que Mel pensou que não valia a pena andar na linha, andar no caminho certo. "Eu sou toda certa e a Thábata é uma perdida, e é ela que tem valor".
Quando chegou em casa, Mel chorou. Chorou um choro desanimador, triste mesmo. Depois de um tempo de angústia, a campainha tocou.
Chegava na casa Fernanda, prima de Mel. Nossa, há anos Fernanda não aparecia e decidiu passar um tempo na casa da sua tia para estudar, já que seus pais tinham sido transferidos a trabalho para outro país. Pediu para esta guardasse segredo, para fazer uma surpresa à Mel. As duas eram grandes amigas na infância, mas a família de Fernanda se mudou para o sul. Então as duas perderam contato.
_ Não acredito, Fer! Você veio! Que bom!!! _ disse Mel, enxugando os olhos e dando um abraço imenso em Fernanda._ Bem, não... ai... eu estava, mas não é nada importante.
_ Ai, Mel, tá... posso te pedir uma coisa? Quer orar comigo agradecendo por este tempo que Deus nos deu para estarmos juntas?
_ Vamos orar sim, Fer.
As duas começaram a oração. O coração de Mel estava alegre, pois não ia ficar sozinha. Sua amiga de infância estava ali, pertinho... teria com quem conversar, sair, se divertir. Era tudo que Mel queria...
Fernanda agora iria ser transferida para a escola de Mel. Tudo seria diferente. A vida de Mel iria mudar de uma maneira impressionante...
Quer saber mais? Acompanhe o próximo post da saga! (gostei desse suspense... rsrs)
Um grande beijo no seu coração!
Suh
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domingo, 4 de março de 2012
Destruí os sonhos de Deus para minha vida (Parte 3 - Final)
Realmente, o pensamento de Edite estava fixado em um Deus relutante, de coração duro e vingativo, como muitas vezes acabamos pensando. Um Deus que se distanciava de seres humanos tão imperfeitos. Deus perdoaria os dois, sim, mas antes os faria sofrer dores, pagarem penitências para serem dignos novamente do Seu tão puro amor.
Mas, ao lermos a Bíblia, vemos que o nosso Deus demonstrou graça e amor desde o início da história da humanidade. E não temos idéia da dimensão da graça do nosso Pai. O pai do filho pródigo quando o viu voltando para casa, cheio de compaixão correu para o seu filho, o abraçou e o beijou! Deus se alegra quando um filho perdido é achado!
Deus está de braços abertos para nós, mas muitas vezes por medo ou vergonha, nos desviamos do abraço dEle. Tentamos uma autopunição para nos libertarmos da culpa. Mas, Jesus amava as prostitutas, os estrangeiros, os cobradores de impostos, os ladrões, enfim, Jesus demonstrou graça aos que tinham cometido erros terríveis. Deus não quer pessoas que digam: “Eu sou bom, boa demais”. Deus quer pessoas que clamem por Ele e confiem no seu socorro, na sua graça e na Sua Palavra. Onde abundou o pecado, superabundou a graça!
Edite sentiu no coração de orar com Eros. Pedir ao Deus amoroso o perdão, a limpeza. A graça de Deus existe e era ela que eles queriam viver naquele instante.
Muitas lágrimas foram derramadas naquela oração. Ao mesmo tempo, um ânimo encorajador estava entrando naqueles corações. A presença de Cristo era tão doce, tão real...
Decidiram não mais terem nenhum envolvimento físico que os levasse a errar outra vez. Escolheram esperar, começar do zero, e entregar o relacionamento e seus corações por inteiro ao Rei dos Reis. Não iriam deixar o inimigo vencer nessa. Deus era por eles, sempre foi!
Aceitaram correr para os braços daquele que pode salvar e os limpar de toda impureza, de todo pecado. Uma nova página se iniciava e era Deus que estava com a caneta para iniciar uma linda história. Tudo se fez novo...
Você pode estar sendo neste momento agindo como Eros, ou como Edite. Pode parecer que Deus está distante e não vai te perdoar por tantos erros. Mas não é assim. Ele está te esperando, no mesmo lugar. Ele te entende. Ele já esteve no seu lugar quando veio ao mundo, com o objetivo justamente de redimir a sua vida!
“Por essa razão era necessário que Ele se tornasse semelhante a seus IRMÃOS em todos os aspectos para se tornar sumo sacerdote misericordioso e fiel com relação a Deus e fazer propiciação pelos pecados do povo. Porque, tendo em vista o que ele mesmo sofreu quando tentado, ELE É CAPAZ DE SOCORRER aqueles que também estão sendo tentados”. Hebreus 2:17, 18.
Cristo morreu ao nosso favor quando ainda éramos pecadores. E isto foi feito pela graça. Nós não merecíamos, de maneira nenhuma, mas Ele escolheu nos amar! Quando nos deparamos com a Palavra, vemos que Jesus não veio para os fariseus, para os judeus “certinhos”. Jesus veio para os pecadores.
“Portanto, visto que TEMOS UM GRANDE SUMO SACERDOTE que adentrou os céus, JESUS, O FILHO DE DEUS, apeguemo-nos com toda firmeza à fé que professamos, pois não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas, mas sim alguém que, como nós, passou por todo tipo de tentação, porém sem pecado. Assim, aproximemo-nos do trono da graça com toda a confiança, a fim de recebermos misericórdia e encontrarmos graça que nos ajude no momento da necessidade”. Hebreus 4:14-16”
Que o Senhor abençoe ricamente a sua vida,
Vislumbre a graça!
Um grande abraço,
Suellen de Souza
sábado, 25 de fevereiro de 2012
Orar ou beijar?
As coisas espontâneas são sempre mais gostosas, elas dão um sabor diferente à vida. E em se tratando das coisas do coração, mais ainda.
A gente nunca espera que vá encontrar de repente, da forma mais inusitada, num evento qualquer, aquela pessoa que vai deixar nossos instintos mais aguçados, nosso corpo acelerado e a mente admiravelmente vívida a fim de nos proporcionar a aproximação até esse alguém.
Nas coisas do amor , é sempre melhor quando acontece assim. Jacó encontrou a Raquel enquanto esta tirava água de um poço. Não se conteve, beijou-a. Imprevisível, oportunista como só ele sabia ser, não se furtou em demonstrar desde o início seu afeto por aquela que foi seu amor maior durante toda a vida.
Contudo, nem sempre é assim. A espontaneidade vez e outra é aviltada por acordos e formalidades. Foi assim quando dos casamentos arranjados. Verdadeiras prisões para aqueles que não se amavam. Ou mil vezes pior: amavam outro alguém!
A formalidade adentrou mesmo nas igrejas cristãs! Não sei onde surgiu tal pensamento, mas em algum lugar alguém teve a “bendita” idéia de que haveria de se orar antes de começar a namorar . Fazia-se necessário saber a vontade de Deus. Não poderíamos correr o risco de nos relacionar com alguém não escolhido para nós. Uma espécie de predestinação amorosa...
Eu mesmo cheguei a comprar essa idéia, infelizmente. Tanto que durante um tempão da minha adolescência e juventude fui um tosco paquerador. Essa história fez muita gente desaprender a namorar. A oração se tornou xaveco malfadado de crente.
E desse jeito, não há espaço pra conquista, para a sedução e para a doce poesia exalada dos poros dos amantes. O bom e velho jogo da conquista cedeu vez para uma “espiritualização” da vida afetiva dos jovens.
Orar a Deus diante das nossas escolhas, falar com ele sobre nossos passos, pedir que nos direcione, tudo isso é muito bom e eu também quero sempre agir assim. O grande problema era a forma preestabelecida para que Deus mostrasse seu querer.
O mais complicado disso é a atmosfera de censura diante dos namoros que não percorressem a via imposta pelos líderes. Namorar sem seguir esses passos era quase o mesmo que estar em pecado.
Supostamente, se Deus tem alguém destinado exclusivamente para a gente, de certo ele vai preparar tudo a fim de que não erremos a pessoa, e caiamos logo nos braços de nosso amor sem interferência alguma. E é muito importante se preocupar com os “laços do inimigo” – isto é, pessoas que o diabo coloca em nossas vidas para nos desviar dos planos divinos.
Com isso, a “neura” atingiu a galera. Quem leva a sério aquilo que diz crer, devido à falta de entendimento sobre o assunto, vai cumprir direitinho o que lhe é ensinado. E se não cumpre, imputa a si mesmo as penas psíquicas merecidas pela transgressão.
Comportamento doentio, envolvimento amoroso sem beleza, dificuldade de se relacionar, isso e muito mais tem marcado alguns homens e mulheres evangélicos.
Na minha vivência em comunidades cristãs desde a infância, detectei algo que tenho chamado de síndrome da menina ou do menino crente.
E com a mulher é bem mais grave. Sofrendo desta síndrome, na espera do príncipe encantado e cristão, portador de um estereótipo irrepreensível, quase que sobre-humano, isento de pecados e, ainda por cima, tendo que ser de sua denominação, as jovens mais rigorosas acabam por ficar escanteadas nas suas comunidades de fé e na vida em geral.
São aquelas que a gente chama de “as solteironas” das igrejas. Geralmente mulheres um tanto já amarguradas, de difícil trato, já algum tempo dadas às fofocas (nem todas, mas muitas, visto que a vida dos outros possui mais emoção que a delas), de quadro progressivamente agravado devido à proximidade da casa dos trinta anos.
Qualquer mulher não-neurotizada pela religião, engajada em sua vida profissional, certa de sua beleza e simpatia, tranquila quanto a si mesma, não viveria os dramas encontrados entre as jovens das igrejas. Isso porque elas se permitem ser cantadas, se permitem relacionar, acreditam que devem dar a si mesmas a chance de ir em busca da felicidade.
Com os homens a gravidade talvez esteja em outros aspectos. A porcentagem de jovens evangélicos envolvidos com algum tipo de pornografia é enorme. Qualquer pesquisa honesta realizada nas igrejas revelará o grau de envolvimento e recorrência a esse tipo de escape psíquico-emocional.
Mal compreendedores de sua sexualidade e do que é um relacionamento amoroso saudável, os meninos acabam por se “guardar”, restringindo seu envolvimento, e muitas vezes – à semelhança das jovens – tendo expectativas ilusórias acerca da “prometida”, eles acabam por lançar mão daquilo que tem em maior abundância na internet: a perversão encontrada no sexo fácil e virtual.
A espera é longa e o que se espera pode bem ser uma miragem, não um oásis. Daí nunca encontrarem a pessoa ideal.
E tudo isso porque a sexualidade quase sempre foi um problema para o cristão. Desde a Igreja Católica aos atuais evangélicos, o sexo é tratado como tabu, o prazer como pecado; e com isso, a espontaneidade como tentação.
O que durante muito tempo trouxe um falso alívio aos católicos foi a ausência do sexo nas mensagens dos sacerdotes e o espírito do “não-praticantismo” muito frequente entre os que se denominavam católicos. Isso tem acabado com o crescimento dos movimentos de renovação e ressurgimentos de padres mais atualizados que têm produzido um movimento paralelo ao pentecostalismo evangélico.
Seria bom que os jovens cristãos continuassem a orar para namorar, mas que já cheguem diante da pessoa amada “orados”. Que falem com Deus desde o primeiro momento em que mirarem o alvo de seu afeto. E acreditando na inteligência, bom senso e prudência dispensados por Deus.
Confiando ser aquela pessoa alguém de valor, que partam pra cima!
Não adianta espiritualizar as coisas. Tudo já é espiritual para quem abriu seus olhos e percebeu que o mundo em que vivemos está intimamente ligado às dimensões espirituais. De forma que comer, beber, beijar e fazer amor é tão espiritual quanto orar, meditar e fazer caridade.
Por Humberto Ramos
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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Destruí os sonhos de Deus para a minha vida... [Parte 2]
Olá, pessoal! Vamos à continuação da história de Edite e Eros? Se você não acompanhou o início, clique aqui e aqui . :-D
Let's go!
Edite olhava para Eros e continuava com os pensamentos lhe corroendo a alma...
Quer saber da terceira parte?
Continua no próximo capítulo! hahaha
Beijãaaao!
Bom feriadooo!
Suh
Let's go!
Destruí os sonhos de Deus para a minha vida... [Parte 2]
Edite saiu do culto muito confusa. Não sentia mais vontade de orar como antes. Seu coração estava muito apertado e a culpa consumia sua mente. Quando chegou perto de Eros, sentiu que tudo tinha esfriado entre eles. O relacionamento “exemplo” para todos parecia fadado ao fracasso.
- Meu Deus! A verdadeira razão para a paz e a alegria que sentíamos não está mais presente. Retiramos Jesus do meio do nosso namoro... pensava Edite, e tudo parecia um caminho trilhado sem volta.
Eros olhou para ela com um olhar tímido, e ela retribuiu da mesma maneira. Foram andando para casa sem dar uma palavra. Até que Eros, deixando Edite na porta de casa, decidiu ler outra vez a palavra dita pelo pastor no culto da noite. Abriu a Bíblia, com os olhos marejados de lágrimas, e leu I João 1:9:
“Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça.”
Os dois se abraçaram e choraram um choro compassivo. Como se tivessem voltado a ser crianças, se dirigiram aos braços do Pai naquele momento. A culpa estava dando lugar ao arrependimento e Deus estava trabalhando neles, nitidamente.
Eros olhou para os olhos de Edite e pediu perdão. Ela fez o mesmo.
- Eros, será que Deus nos perdoa? Tenho medo até de orar pedindo isso. Deus não vai mais me ouvir depois do que eu fiz...
Neste momento, veio na mente de Eros a parábola do filho pródigo. Nunca tinha imaginado viver história igual. Sempre na casa de seu Pai, decidiu numa atitude egoísta suprir seus próprios desejos. E agora estava com o coração em frangalhos e suas vestes de louvor estavam dando lugar a trapos...
- Edite, lembra do filho pródigo? Apesar de tudo o que tinha feito, ao se arrepender e voltar para o pai, tudo tinha se tornado diferente. Seu pai tinha ficado alegre! Jesus é assim, minha querida, Ele age assim!
Edite olhava para Eros e continuava com os pensamentos lhe corroendo a alma...
Quer saber da terceira parte?
Continua no próximo capítulo! hahaha
Beijãaaao!
Bom feriadooo!
Suh
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Destruí os sonhos de Deus para minha vida... (Parte I )
Olá, galerinha! Não sei se vocês leram a postagem "Os (des) caminhos do prazer" que coloquei recentemente. Fiquei impactada pela história e imaginei quantas pessoas estão passando por esta situação e não tem coragem de recomeçar. Quando eu estava meditando e orando, Deus colocou no meu coração de dar uma continuação à história do Bruno, dando uma visão da Edite e de tudo que ela passou, para encorajar às moças que esperam e dizer às que se equivocaram em uma parte do caminho que o Senhor nos ama e perdoa nossas falhas quando nos arrependemos e fazemos a vontade dEle. Sem mais delongas, segue a versão de Edite. Bjs!
Não perca a continuação dessa história, honey!!! :-D
Vitórias,
Suellen de Souza
Destruí os sonhos de Deus para minha vida... (Parte I )
A mente de Edite estava entorpecida depois de tudo aquilo. Nunca tinha sentido algo igual aquela noite. No momento era algo bom, sublime, mas por que seu coração estava tão triste e preocupado? Ela sabia da resposta, sabia que tinha passado dos limites. Sabia que tinha jogado todo seu aprendizado pela janela naquele momento. Não tinha lembrado de Jesus quando suas vontades estavam sendo supridas...
Enquanto estavam à caminho da igreja, veio à mente de Edite que aquele era o seu dia de ministrar o louvor. “E agora?” pensou assustada. Como ela iria ministrar sobre a vida das pessoas e falar do Cristo que ela mesma não considerou? Ela se sentia suja, numa imundície sem fim, mas teria que colocar uma máscara e demonstrar a pureza e inocência que não possuía... “E agora? Não sou digna de estar na igreja.”
Edite não conseguia olhar para Eros. Estava com muita vergonha e medo. Sabia que seu relacionamento não seria mais o mesmo e que agora as coisas tomariam um rumo diferente. Já tinha visto e ouvido diversas histórias de moças que foram abandonadas pelo namorado, foram desvalorizadas e alvos de fofoca, que perderam cargos importantes na igreja e que até mesmo acabaram esperando um bebê... diversas possibilidades passavam à sua mente, deixando-a numa angústia sem tamanho.
Seus olhos ficaram marejados de lágrimas ao imaginar que seu sonho de criança tinha sido desfeito... queria casar na igreja, com um lindo vestido... sonhava com o caminho do altar, com as pessoas a observando, com seus pais orgulhosos e seu coração alegre de saber que tinha esperado e que Deus a tinha recompensado. “Acabou tudo, joguei fora os sonhos de Deus para minha vida” lamentou.
Também se lembrou do compromisso que tinha com Deus e que tinha abandonado. Lembrou-se de um seminário que tinha participado sobre relacionamentos e sobre o comportamento que uma menina de Deus tinha que ter. Ela deveria ser como uma princesa para um príncipe de Deus, mas não tinha se comportado como tal. Edite não se sentia mais uma filha do Rei. Era como se a sua coroa de princesa tivesse no chão, quebrada, em mil pedacinhos. Para ela, já não era a princesa de Deus, sentia-se como Judas, traindo a amizade de Jesus. “Joguei minha comunhão fora por causa de alguns instantes com Eros... como pude fazer isso!”
Quando chegou à igreja, iniciou-se a atuação. As máscaras tinham sido colocadas. Cumprimentos e mais cumprimentos antes do culto, chegou a hora de iniciar mais uma atuação. O momento mais difícil de sua vida se aproximava...
O momento de louvor começou e tudo saiu bem. Edite ministrou e a igreja se dispôs a deixar que as letras dos louvores entrassem no coração. Em alguns instantes, Edite vislumbrou Eros no banco com os olhos tristes... e sentia como se a culpa fosse só sua, como se ela tivesse prejudicado a vida de Eros com Deus. A culpa corroía sua alma e seu coração estava mergulhado em agonia...
Não conseguiu voltar e sentar perto de Eros. Sentou à frente mesmo. A Palavra da noite iria começar.
Quando o pastor abriu a Bíblia e trouxe o versículo, na hora Edite teve um sobressalto. “A vontade de Deus é que vocês sejam santificados: abstenham-se da imoralidade sexual.” (I Ts. 4:3). Parecia que o pastor sabia do que tinha acontecido e que a pregação estava intimamente direcionada a eles dois. “Fuja dos desejos malignos da juventude e siga a justiça, a fé, o amor e a paz, juntamente com os que, de coração puro, invocam o Senhor.” (II Tim. 2:22). Edite sentia como se já fosse tarde demais para cumprir esta palavra, tudo tinha acabado. Mas será mesmo que tinha acabado?
sábado, 14 de janeiro de 2012
Os (Des) caminhos do prazer
Olá, queridos e queridas! Quero deixar com vocês estas postagens feitas pelo Bruno Ribeiro
( @janasequev ) no blog Projeto Defunto (onde morrer é preciso, devemos fazer morrer a carne para obter a santidade).
Já acompanho este blog há um bom tempo. Se quiser pode visitá-lo e ver como é edificante!
Estas postagens do Bruno falam sobre os caminhos e decisões tomadas pelo casal Eros e Edite, que possuem uma história intrigante e reveladora e que deixaram que os desejos carnais ultrapassassem sua vida com Deus e compromisso com Ele. O post é grande, pois a história tinha sido dividida em 4 partes. Mas te garanto que vale a pena. Vamos lá?! :-)
( @janasequev ) no blog Projeto Defunto (onde morrer é preciso, devemos fazer morrer a carne para obter a santidade).
Já acompanho este blog há um bom tempo. Se quiser pode visitá-lo e ver como é edificante!
Estas postagens do Bruno falam sobre os caminhos e decisões tomadas pelo casal Eros e Edite, que possuem uma história intrigante e reveladora e que deixaram que os desejos carnais ultrapassassem sua vida com Deus e compromisso com Ele. O post é grande, pois a história tinha sido dividida em 4 partes. Mas te garanto que vale a pena. Vamos lá?! :-)
OS (DES)CAMINHOS DO PRAZER
O sol lentamente se despedia ao mesmo tempo em que apressadamente apresentava o luar e lhe punha iluminado no centro das cenas prestes a se desenrolar. A brisa suave do outono refrescava-lhes os ânimos ao passo que os conduzia a uma atmosfera bela e majestosa cuja imponência podia ser contemplada nas abóbadas celestes decoradas com raios de luz róseo-alaranjados. Cores vibrantes e doces de um dia que chegava ao seu fim, trazendo em seu bojo uma noite brilhante e clara como cristal, estrelada, enluarada... Uma cenografia de longe das mais românticas e propícias à celebração do “amor” em suas mais diversas manifestações.
Os relógios já marcavam pouco mais de 18h e Eros chegava a sua casa acompanhado de Edite, após passar uma tarde muito agradável na companhia de parentes e amigos, celebrando o aniversário de um dos mais de vinte primos dele. Almoços, sobremesas, conversas, brincadeiras, diversões, descontrações, lazer, distrações, opiniões... Realmente havia sido uma tarde daquelas! Nem sempre é possível reunir a família como havia sido feito naquela tarde outonal de domingo. Geralmente, dizem que família grande só se reúne em casamento e velório. Eros compartilhava desse senso comum, mas soube identificar algo incomum nesse dia: toda a família estava reunida. E toda mesmo!
O primo Roberto era um dos mais queridos e o seu aniversário de 25 anos era motivo de comemoração, alegria e felicidade para todos os parentes tanto próximos como distantes, principalmente. O clima de confraternização era bastante agradável, pois a família de Eros era carismática, comunicativa e muito despojada: gostava de fazer os outros se sentirem bem (e muito bem em seu meio!). Era por isso que Edite gostava tanto de estar com todos eles. Realmente sentia-se (e faziam-na sentir) como membro da família. Contudo, a tarde findava e chegada era a hora de se despedirem, pois a noite despontava e o compromisso lhes chamava a mente a qual havia se ocupado com supérfluos e futilidades quase sem-fim por horas a fio...
Entrando em casa, Eros sabia que não haveria ninguém a esperá-los em sua confortável e aconchegante residência desde que seu irmão casara, e mudara-se dali para um lugar distante, e seu pai já não fazia mais parte desse “mundo mortal”. Restava-lhe sua mãe como companhia presente e contínua. Contudo, ela permaneceu na casa de Roberto, pois decidira fazer hora até o horário de início do culto em sua igreja. Sim, Dona Margot era cristã evangélica e aos domingos à noite “batia ponto” em sua comunidade local.
Eros já sabia que Dona Margot não iria passar em casa antes de se dirigir ao culto naquela noite, pois ela lhe havia comunicado quando de sua saída da casa de Roberto juntamente com Edite. A princípio, ele não viu problemas nisso, pois racionalizara “friamente” que passaria em casa apenas para tomar um banho, arrumar-se, pegar as coisas de Edite e, então, partiriam para seu compromisso. E tudo ia bem até que repentinamente...
E tudo ia bem até que repentinamente imagens em forma de “flashes” começaram a surgir na mente de Eros. Inicialmente, pareciam instintivos (e realmente o eram!) e vinham à tona de suas sinapses mentais como vento que não sabe para onde vai e nem de onde vem. “Que será isso?!”, perguntava-se intrigado. “Que louco!”, num misto de admiração e espanto indagava-se o porquê de tudo aquilo. E num curtíssimo espaço de tempo, estava ele embebido em imagens as quais não acreditava terem encontrado abrigo no mais profundo de sua mente. Ao longo do caminho de volta para casa, enquanto Edite lhe falava, encontrava-se entorpecido, absorto, “perdido”, desfrutando cenas que pareciam intermináveis em e inafastáveis de sua consciência. Até que Edite lhe chama a atenção de forma ríspida e o faz despertar de um “sono devidamente desperto”; um “sonho precisamente real e vívido”.
Mas qual seria o motivo de tanta informação escondida por entre seus neurônios que o deixavam até certo ponto insensível ao mundo ao seu redor? Sem se aprofundar muito e sem ir além demais, a resposta veio a Eros como um lampejo de luz: rápida, instantânea e bem nítida. Agora, as imagens mentais caminhavam por outras partes do seu corpo sob a forma de sensações diversas: a garganta secava, a voz não saía, os lábios ressecavam, o coração acelerava; sentia seus vasos sanguíneos dilatando-se para possibilitar a passagem de mililitros cada vez mais densos e acelerados de sangue; e este era semelhante a água em ebulição – fervia! – queimando-lhe as paredes de suas artérias e veias, fazendo sua pele esquentar como fornalha superaquecida; Eros sentia o rosto fumegar, as mãos suarem, as canelas cabeludas umedecerem e uma sensação exótica de desejo ardente. E como ardia! Partes do seu corpo já evidenciavam esse desejo que lhe parecia ter arrebatado a alma, ter-lhe tirado o alicerce, ter-lhe levado a outra dimensão, ter-lhe usurpado a consciência, conduzindo-lhe para fora de si. Uma sincronia de sons, sensações, imagens...
Edite aparentemente estava perdida. Seu abraço para Eros foi o sinal de que precisava para expressar as sensações que lhe corroíam o âmago de seu ser e lhe permitia experimentar as mais diversas paixões humanas. Sem mencionar uma palavra sequer, lançou-se aos beijos com Edite e lhe tomou em seus braços. Suas consciências já não mais existiam como pessoais e individuais, pois já haviam se fundido em um só clamor: a necessidade de satisfazer os desejos que lhes consumiam a alma.
Enlouquecidos e totalmente absortos, entregaram-se ao que tanto queriam e ansiavam reciprocamente. A sala de estar de dois ambientes tornou-se pequena para tanto desejo, tanto afeto, tantas carícias, tantos sons, tantas palavras românticas e carentes de um amor insaciável. Para tanto, foi necessário recorrer ao quarto de Eros, à cama de sua mãe, à pia do banheiro, debaixo do chuveiro, ao chão da cozinha... Menos mal as janelas da casa inteira estarem fechadas. E bem fechadas!...
Enlouquecidos e totalmente absortos, entregaram-se ao que tanto queriam e ansiavam reciprocamente. A sala de estar de dois ambientes tornou-se pequena para tanto desejo, tanto afeto, tantas carícias, tantos sons, tantas palavras românticas e carentes de um amor insaciável. Para tanto, foi necessário recorrer ao quarto de Eros, à cama de sua mãe, à pia do banheiro, debaixo do chuveiro, ao chão da cozinha... Menos mal as janelas da casa inteira estarem fechadas. E bem fechadas!...
Após inúmeras explosões de prazer, ainda jogados no chão da sala entre roupas e calçados, em sua semiconsciência, Eros se lembra do compromisso (seu e de Edite) e corre para ver as horas no relógio mais próximo. Uma hora já havia se passado e eles nem se haviam dado conta disso. Agora, restavam-lhe apenas 15 minutos.
O frenesi toma conta deles e começam a ajeitar os cômodos da casa, colocam os móveis no lugar, limpam aquilo que haviam sujado, tiram as roupas do chão, guardam os calçados em seu devido lugar, buscam no guarda-roupa a vestimenta própria para uso, calçam-se, penteiam-se, perfumam-se, aprontam-se, fecham toda a casa e saem – partem rumo ao lugar onde tem compromisso firmado. Compromisso esse semanal!
O frenesi toma conta deles e começam a ajeitar os cômodos da casa, colocam os móveis no lugar, limpam aquilo que haviam sujado, tiram as roupas do chão, guardam os calçados em seu devido lugar, buscam no guarda-roupa a vestimenta própria para uso, calçam-se, penteiam-se, perfumam-se, aprontam-se, fecham toda a casa e saem – partem rumo ao lugar onde tem compromisso firmado. Compromisso esse semanal!
Ao longo do caminho, Eros se põe a pensar em tudo o que aconteceu entre ele e Edite enquanto estavam em sua casa. Começou a questionar por que sua mãe não voltara com eles. Algo lhe imprimia um sentimento de grande remorso. “Será que tinha a ver com o compromisso?”, ponderava ele. Nem ele nem Edite trocaram palavras, muito menos olhares durante todo o deslocamento.
Ao chegarem ao local, sentiam-se “estranhos”. Havia uma sensação inusitada de sujeira, imundice, nojeira mesmo. Parecia que estava estampado em suas testas o que eles haviam acabado de fazer. Mas, ao mesmo tempo, conduziam bem naturalmente seus cumprimentos, sua maneira educada de falar, o modo discreto e carismático de dizer “Boa noite, irmão!”, “Como vai, irmã?”... Irmão??!! Irmã??!! Ah, sim, claro!
A igreja era o lugar em que eles se encontravam com seus “irmãos” e suas “irmãs” em Cristo. Era lá que eles mostravam sua bela cordialidade, simpatia, doçura e amabilidade. Era lá que eles eram vistos como “casal de Deus” e o mais bonito par de namorados da igreja local. Eram dignos de admiração por cada membro senão por todos. E o compromisso? Então... Eros era Professor da Classe de Jovens e Edite, líder de louvor. Batizados nas águas há pouco mais de 8 anos. Por falar nisso, nessa noite era ela quem iria ministrar os momentos de louvor no Culto Divino.
Ao chegarem ao local, sentiam-se “estranhos”. Havia uma sensação inusitada de sujeira, imundice, nojeira mesmo. Parecia que estava estampado em suas testas o que eles haviam acabado de fazer. Mas, ao mesmo tempo, conduziam bem naturalmente seus cumprimentos, sua maneira educada de falar, o modo discreto e carismático de dizer “Boa noite, irmão!”, “Como vai, irmã?”... Irmão??!! Irmã??!! Ah, sim, claro!
A igreja era o lugar em que eles se encontravam com seus “irmãos” e suas “irmãs” em Cristo. Era lá que eles mostravam sua bela cordialidade, simpatia, doçura e amabilidade. Era lá que eles eram vistos como “casal de Deus” e o mais bonito par de namorados da igreja local. Eram dignos de admiração por cada membro senão por todos. E o compromisso? Então... Eros era Professor da Classe de Jovens e Edite, líder de louvor. Batizados nas águas há pouco mais de 8 anos. Por falar nisso, nessa noite era ela quem iria ministrar os momentos de louvor no Culto Divino.
E o primeiro momento chegou. Algo acontecia com Eros ao ver Edite lá na frente entoando louvores considerados magníficos e celestiais. Ela é considerada por muitos como uma das poucas jovens usadas por Deus “de verdade”. As pessoas sentem a presença do Espírito Santo ao vê-la louvando a Deus.
Mas parecia que não era bem isso que Eros estava sentindo naquela ocasião. O incômodo crescia gradativamente conforme as notas melódicas e a letra intensa iam se harmonizando com a atmosfera santa e reverente daquela comunidade local. Ao seu lado, Dona Margot chorava, comovida ao se sentir tocada por Deus.
Mas parecia que não era bem isso que Eros estava sentindo naquela ocasião. O incômodo crescia gradativamente conforme as notas melódicas e a letra intensa iam se harmonizando com a atmosfera santa e reverente daquela comunidade local. Ao seu lado, Dona Margot chorava, comovida ao se sentir tocada por Deus.
Eros não conseguia apagar de sua mente tudo que havia ocorrido entre ele e Edite em sua casa há pouco menos de uma hora e um aperto dolorido lhe tomou o coração de uma forma jamais sentida – ou pelo menos – percebida anteriormente. Ainda balbuciavam nas profundezas de seus recônditos mentais as imagens que o levaram a tudo aquilo. E claramente ele enxergou a origem de tudo. A madrugada anterior lhe revelava nitidamente as cenas como um papel a se desenrolar diante dos seus olhos. Mais do que isso, o conteúdo da pasta “Histórico” do Internet Explorer de seu notebook dizia-lhe por si mesmo: “Brasileirinhas”, “Buttman”, “Porntube”, “Xvideos” são apenas alguns dos sites que o “divertiram” durante a madrugada de sábado para domingo. Com isso, Eros entendeu que o que havia acontecido entre ele e Edite já havia começado muito antes em sua mente, pervertendo todo o seu coração e contaminando as suas atitudes e os seu comportamento.
Mais uma vez absorto em seus pensamentos, não percebera que Edite já havia terminado sua ministração e o pastor já iniciara o sermão daquela noite. Ainda “perdido”, algo lhe chamara a atenção bruscamente. Foi quando o pastor leu em voz alta: “A vontade de Deus é que vocês sejam santificados: abstenham-se da imoralidade sexual.” (I Ts. 4:3). “E desde quando o pastor lê a minha mente?”, indagava a si mesmo estupefato. Conforme prestava atenção nas palavras discutidas, analisadas e proferidas pelo pastor, mais uma vez sente um baque dentro de si. “Fuja dos desejos malignos da juventude e siga a justiça, a fé, o amor e a paz, juntamente com os que, de coração puro, invocam o Senhor.” (II Tim. 2:22). “Por que ele olha fixamente pra mim enquanto discorre sobre esse texto? Seu olhar me fita como se houvesse apenas eu aqui na igreja.”, analisa um Eros bastante incomodado.
À medida que o tempo passa e o pastor parte para a finalização do sermão, Eros sente que algo o toma pela mão e o leva à beira de um precipício num lugar ermo, frio e escuro...
Contudo, tais sentimentos deram rapidamente lugar à incerteza, ao medo e à dúvida. “Será que consigo vencer isso? Por quanto tempo? Deus está me perdoando? Mas e as consequências? Isso já é o suficiente?
Mas e se eu voltar a fazer tudo de novo? Ainda há jeito para mim e para minha vida?” Perguntas, perguntas e muito mais perguntas. A inquietação o arrebatou incisivamente e agora ele já não sabia pra onde olhar, o que pensar, pra onde ir e o que fazer. Nesse momento, uma voz bem audível lhe diz claramente em tom suave e agradável:
“O anjo do Senhor disse a Satanás: ‘O Senhor o repreenda, Satanás! O Senhor que escolheu Jerusalém o repreenda! Este homem não parece um tição tirado do fogo?’. Ora, Josué, vestido de roupas impuras, estava de pé diante do anjo. O anjo disse aos que estavam diante dele: ‘Tirem as roupas impuras dele’. Depois disse a Josué: ‘Veja, eu tirei de você o seu pecado, e coloquei vestes nobres sobre você’.” (Zacarias 3:2-4).
Algo incomodava Eros. Palavras, vozes, revelações, sintomas, sensações, emoções... Nada disso lhe havia ocorrido antes. Tudo era muito belo, mas, ao mesmo tempo, estranho e amedrontador. Então, ele resolveu conversar com Deus e Lhe pediu uma resposta concreta de que Ele estava lhe falando, exortando-lhe a mudar as práticas habituais e lhe incitando a aceitar Seu perdão.
Ao se dar conta de si mesmo, Eros estava com a Bíblia aberta em Romanos 12: 2 que relatava: “Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.“. Eros fechou sua Bíblia e só percebeu que se debulhava em lágrimas porque Edite lhe oferecera um lenço de papel. A essa altura, ela havia presenciado tudo e provavelmente entendia o que lhe acontecia mesmo sem ele ter dito uma palavra sequer.
Ao se recompor, Eros se deparou com a palavra final lida pelo pastor naquela noite: “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça.” (1 João 1:9). Algo de maravilhoso (e ao mesmo tempo terrível), naquela noite, havia mudado o rumo daquelas vidas para sempre!
(Continua? Deus sabe...)
#TamuJuntu e #pracimadele
Forte [ ]
Bruno Ribeiro
@janasequev
r-brunn@hotmail.com
Mas e se eu voltar a fazer tudo de novo? Ainda há jeito para mim e para minha vida?” Perguntas, perguntas e muito mais perguntas. A inquietação o arrebatou incisivamente e agora ele já não sabia pra onde olhar, o que pensar, pra onde ir e o que fazer. Nesse momento, uma voz bem audível lhe diz claramente em tom suave e agradável:
“O anjo do Senhor disse a Satanás: ‘O Senhor o repreenda, Satanás! O Senhor que escolheu Jerusalém o repreenda! Este homem não parece um tição tirado do fogo?’. Ora, Josué, vestido de roupas impuras, estava de pé diante do anjo. O anjo disse aos que estavam diante dele: ‘Tirem as roupas impuras dele’. Depois disse a Josué: ‘Veja, eu tirei de você o seu pecado, e coloquei vestes nobres sobre você’.” (Zacarias 3:2-4).
Algo incomodava Eros. Palavras, vozes, revelações, sintomas, sensações, emoções... Nada disso lhe havia ocorrido antes. Tudo era muito belo, mas, ao mesmo tempo, estranho e amedrontador. Então, ele resolveu conversar com Deus e Lhe pediu uma resposta concreta de que Ele estava lhe falando, exortando-lhe a mudar as práticas habituais e lhe incitando a aceitar Seu perdão.
Ao se dar conta de si mesmo, Eros estava com a Bíblia aberta em Romanos 12: 2 que relatava: “Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.“. Eros fechou sua Bíblia e só percebeu que se debulhava em lágrimas porque Edite lhe oferecera um lenço de papel. A essa altura, ela havia presenciado tudo e provavelmente entendia o que lhe acontecia mesmo sem ele ter dito uma palavra sequer.
Ao se recompor, Eros se deparou com a palavra final lida pelo pastor naquela noite: “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça.” (1 João 1:9). Algo de maravilhoso (e ao mesmo tempo terrível), naquela noite, havia mudado o rumo daquelas vidas para sempre!
(Continua? Deus sabe...)
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