quinta-feira, 2 de maio de 2013

Um meio ou uma desculpa - Roberto Shinyashiki

Postado por Suellen (Menina aos olhos do Pai) às 09:04:00 1 comentários


"Não conheço ninguém que conseguiu realizar seu sonho, sem sacrificar feriados e domingos pelo menos uma centena de vezes.

Da mesma forma, se você quiser construir uma relação amiga com seus filhos, terá que se dedicar a isso, superar o cansaço, arrumar tempo para ficar com eles, deixar de lado o orgulho e o comodismo.

Se quiser um casamento gratificante, terá que investir tempo, energia e sentimentos nesse objetivo.

O sucesso é construído à noite!
Durante o dia você faz o que todos fazem.

Mas, para obter um resultado diferente da maioria, você tem que ser especial.
Se fizer igual a todo mundo, obterá os mesmos resultados.

Não se compare à maioria, pois, infelizmente ela não é modelo de sucesso.

Se você quiser atingir uma meta especial, terá que estudar no horário em que os outros estão tomando chope com batatas fritas.

Terá de planejar, enquanto os outros permanecem à frente da televisão.

Terá de trabalhar enquanto os outros tomam sol à beira da piscina.

A realização de um sonho depende de dedicação, há muita gente que espera que o sonho se realize por mágica, mas toda mágica é ilusão, e a ilusão não tira ninguém de onde está, em verdade a ilusão é combustível dos perdedores pois...

Quem quer fazer alguma coisa, encontra um MEIO.
Quem não quer fazer nada, encontra uma DESCULPA."



Roberto Shinyashiki

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Contrato de oração - Pr Lucinho

Postado por Suellen (Menina aos olhos do Pai) às 06:43:00 0 comentários
Olá, galerinha! Queria dividir com vocês o contrato de oração feito pela equipe do Pr Lucinho em um culto de mocidade da Igreja Batista da Lagoinha.

Durante a pregação "Uma vida de oração" esse contrato foi distribuído. Se puder assistir a pregação, melhor ainda! Foi muito edificante.


O objetivo é incentivar os jovens a reservarem um tempo do seu dia para se dedicarem à Palavra de Deus e à oração.


O documento estipula um compromisso de oração e leitura bíblica diária, reservando um momento do dia para fazerem a conhecida devocional.

Cada membro que se dispor a cumprir os 10 minutos tem total liberdade de escolher o horário para cumprir seu compromisso. No acordo os primeiros cinco minutos são para a leitura bíblica e os últimos cinco para oração. O jovem que se dispor pode escolher o texto a ser lido e o propósito da oração.

De acordo com as regras do contrato, se o jovem falhar um dia do seu acordo, esses 10 minutos não podem ser compensados no dia seguinte. Se ainda quiser acumular 70 minutos em um só dia para ficar livre dos 10 minutos diários, o compromisso não será válido. No entanto, se houver descumprimento de um dos dias e o interessado desejar continuar no propósito, ele será aceito.

Clique aqui para download do contrato.

Um mega abraço fraternal em Cristo,





segunda-feira, 15 de abril de 2013

Making of do meu casamento!!!! :-D

Postado por Suellen (Menina aos olhos do Pai) às 14:16:00 2 comentários
Olá, meus amigos e amigas!!! Estou ansiosa pelas filmagens do casamento! Por enquanto, segue a prévia, com o meu making of. Ficou lindo!!!! Obrigada, Jesus!


O que pode fazer um concurseiro feliz?

Postado por Suellen (Menina aos olhos do Pai) às 04:18:00 0 comentários


O que você está fazendo agora? É algo que você realmente ama? Essa é uma questão fundamental na vida de qualquer trabalhador, principalmente se nos referimos a alguém que tem como objetivo se tornar servidor do Executivo, do Legislativo ou do Judiciário, por meio da aprovação em concurso público. Até porque, neste exato momento, milhões de pessoas estão fazendo exatamente o que as torna felizes, da maneira que as torna felizes.

A forma como trabalhamos recebe influência direta de nossas tendências e comportamentos na sociedade. Por exemplo, se hoje algumas coisas nos parecem muito novas, diferentes de tudo a que estávamos acostumados, é bom saber que há quem entenda bem essa realidade: os jovens da geração conhecida como Geração Y. Boletim do Ministério do Planejamento divulgado recentemente informa que, na última década, 40% das pessoas que tomaram posse em cargos públicos federais tinham entre 18 e 29 anos, ou seja, eram todas dessa geração, nascidas nas décadas de oitenta e noventa.

Vamos esmiuçar esse tema, que, para você, candidato a concurso público, é da maior importância e pode ajudá-lo a alcançar sua meta. Os membros da Geração Y representam a nova força de trabalho global e têm grandes aspirações. Metade deles já possui ou planeja montar o próprio negócio, e a mentalidade digital, líquida e coletiva que lhes é característica já tem causado impacto no modo como trabalhamos.

Parece complicado, mas não é. Na verdade, é tudo muito simples. Para entendermos melhor, recuemos um pouco no tempo, algumas décadas, para ser mais preciso. Manter as coisas simples era o lema de trabalho dos Baby Boomers nos anos sessenta e setenta. Para quem nunca ouviu falar nessa expressão inglesa, explico: Baby Boomers significa Explosão de Bebês e se refere aos filhos da Segunda Guerra Mundial (1939/1945), já que, logo após aquele conflito, houve uma explosão de nascimentos na Europa e nos Estados Unidos. Nascidos entre 1943 e 1964, os Baby Boomers viveram a juventude nas décadas de sessenta e setenta e acompanharam de perto as mudanças culturais e sociais desse período.

As regras eram mais claras naquela época. O espaço de trabalho limitava-se ao escritório, as responsabilidades eram individualizadas e específicas, e o trabalhador sabia a hora certa de começar e de terminar o expediente. Naquele tempo, após duas guerras mundiais (a primeira foi entre 1914 e 1918), as instituições representavam a estabilidade que todos desejavam. Por isso, fazia todo sentido vestir a camisa da empresa e responder bem às estruturas lineares e hierárquicas.

Mas o problema para o jovem do pós-guerra é que a escolha de uma carreira representava uma decisão para o resto da vida. Os mais velhos ensinavam os mais novos, pois eram os anos na empresa que levavam ao crescimento na organização. Ter um emprego garantia status social: era o primeiro passo para o casamento e um filho nove meses depois. O trabalho não se misturava com a vida pessoal. Nada de hora extra em casa! Mas os Baby Boomers trabalhavam muito, e isso tinha a ver com disciplina e honra. Sacrifícios diários garantiam o sustento da família, e eles sabiam que a grande recompensa viria, mesmo que demorasse um pouco.

A seguir, veio a Geração X, de nascidos entre o início dos anos sessenta e os primeiros anos da década de oitenta, que redefiniu a relação de tempo entre trabalho e recompensa. Superconfiantes, extrovertidos, competitivos e dispostos a tudo para ter um rápido crescimento, esses caras estavam sempre buscando melhores propostas. Uma ideia lucrativa podia facilmente colocá-los na chefia, com base na meritocracia, e não na experiência.

Procurando formas de se destacar pessoalmente e ser mais independentes, a turma da Geração X dependia de diplomas, MBAs e PHDs para sair na frente dos concorrentes. Nessa lógica mais individualista, um bom guarda-roupa e um cartão de visitas ajudavam a fechar negócios e expandir os contatos. Estar no lugar certo na hora certa era o que definia a carga horária. O espaço de trabalho foi estendido para happy hour (fim de tarde ou início da noite), e essa mistura da esfera pessoal com a profissional tornou o workaholic (viciado em trabalho) alguém admirável. E até sexy. Nesse ambiente extremamente competitivo, o vencedor era quem chegasse à diretoria no menor tempo possível, quando, então, poderia gozar imediatamente do prazer proporcionado por suas conquistas.

Hoje, a jornada é um pouco diferente. Os Millennials, aqueles garotos imprevisíveis nascidos entre 1980 e 2000, netos dos Baby Boomers, são quem melhor traduze esse novo olhar. Em um tempo onde o prazer determina a realização profissional, eles sabem como ninguém reconhecer oportunidades que combinam paixão com trabalho. Estão familiarizados ao conceito de economia criativa e cientes das novas profissões, do boom do empreendedorismo e da nova força coletiva. Com tudo isso, estão pintando um cenário inédito e brilhante.

Por isso, os Millennials são tão impacientes! Os concurseiros que hoje enchem as salas de aula dos cursinhos são assim, autênticos Millennials da segunda década do século XXI, que estamos vivendo todos – e não apenas eles – com tanta intensidade. Um mundo maravilhoso, altamente tecnológico, com recursos inimagináveis há pouco mais de dez anos, em que o futuro previsto nos livros de ficção científica parece já ter chegado.

A velocidade com que esses jovens se conectam com o mundo determina o ritmo em suas relações de trabalho. Projetos que só farão diferença no longo prazo simplesmente não os estimulam. Além disso, eles precisam de feedback (retorno de informação) constante para sentir que seus esforços estão valendo a pena. A pirâmide empresarial tradicional não combina com esses jovens ansiosos, entusiasmados por trabalhar com outras gerações, mas em um relacionamento de igual para igual, com respeito mútuo. É uma questão de trocar conhecimentos, não importa a idade. Até porque os Millennials têm o poder de descobrir as coisas sozinhos. É natural para eles diversificar os canais e buscar meios informais de educação, em vez de apenas um curso de faculdade. No fim, comprometimento profissional não é apenas uma convenção, e sim algo que surge de forma natural de suas experiências.

Além de um emprego, tornou-se importante ter um propósito, o que pode ser exercido de várias formas ao mesmo tempo. Mobilidade, espaços compartilhados, home offices (escritórios em casa) e a possibilidade de criar o próprio horário tornam o trabalho sempre presente, em qualquer momento, em todos os lugares.

Por essa razão, pessoas com diferentes estilos têm mais liberdade para exercitar seus talentos e até os mais introvertidos podem transformar ideias em negócios milionários. Você pode ficar de pijamas, desde que mantenha atualizado e atraente o seu perfil on-line.

Como se pode ver, flexibilidade é o caminho a seguir. Millennials e as novas gerações de servidores, egressos dos concursos públicos, são fascinados por projetos em andamento e se sentem motivados ao aprender novas modalidades. Têm entusiasmo pelo mundo aberto, onde interferir e testar algo inacabado é o único jeito de criar o novo. Precisam, mais do que nunca, se sentir autônomos e adoram o desafio de participar e criar em colaboração. Podem mudar de direção com rapidez e desapego, vivendo melhor o presente sem a ilusão de que podem controlar o futuro. A explicação é simples: quem se adapta melhor pode evoluir com as mudanças.

Se o amigo concurseiro se sente impressionado por tudo isso e está procurando a resposta certa, vou lhe fazer uma pergunta: você está fazendo o que ama neste exato momento? Não?

Então comece!

“Caia dentro”, como diz a gíria. Se está estudando quatro horas por dia, estude oito. Dê tudo o que pode, o melhor de si, não importa que sacrifícios tenha de fazer, pois o relógio esta correndo e sua vida está com pressa. Descubra o propósito de sua vida e faça acontecer, tornando-se um dos aprovados no próximo concurso em que se inscrever. Acha que é fácil falar, pois pimenta só arde nos olhos dos outros? Errado! Eu falo porque sei por experiência própria como a pimenta arde, já que estudei e fui aprovado em oito concursos públicos, antes de me tornar um empreendedor do ramo.

Por isso, não tenho pena de ninguém que diz estar sofrendo de tanto estudar para passar em concurso. Tenho é orgulho de todos, porque sei que acabarão alcançando seu objetivo. E quem não começou a estudar, que trate de fazê-lo agora mesmo, porque mais de 28 mil vagas estão abertas em todo o País, para quem sonha com a estabilidade do emprego público e salários que podem chegar a R$ 21,7 mil.

Então, está esperando o quê, cara-pálida? Amar o seu trabalho vai colocar você em movimento. É o único jeito de viver uma vida plena. Todos os dias. E saiba que a vitória pertence a quem acredita nela, e por mais tempo. Esses serão os concurseiros que daqui a pouco estarão comemorando o seu.


FELIZ CARGO NOVO!



José Wilson Granjeiro

Diretor-Presidente do Gran Cursos
Via Folha Dirigida
Artigos Dirigidos

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Caraminholas na cabeça...

Postado por Suellen (Menina aos olhos do Pai) às 04:30:00 0 comentários
Estou estudando, mas tenho que estudar mais. Estou graças a Deus ativa na igreja e no evangelismo. Queria comprar meu poçante. Gostaria de dançar mais no Kinect e ficar mais saudável e ativa. Academia é preciso, mas e o tempo? Cuidar do maridão é muito bom e ele está sendo uma bênção na minha vida. A casa dá mais trabalho do que eu pensava. Quero fazer uma pós-graduação logo, mas estou em dúvida do tema (isso que dá gostar de um monte de coisa!). Sinto saudades das minhas amigas de Caxias.

Vou ser titiaaaa! Que felicidade ter um pimpolho ou pimpolha na família pra cuidar e amar! Dúvidas pairam sobre a minha mente, qual a minha missão?
Amo o Underground e estou contente por estar acompanhando de perto a causa da igreja perseguida. A Missão Portas Abertas é um presente de Deus na minha vida. Quero muito trabalhar na minha área jurídica. Queria andar de bicicleta, que saudade! Preciso de um salão de beleza (kkkk). Tenho livros excelentes para ler. Tenho que ler mais livros de Direito (caramba!).

É isso aí! Bom dia! :-D

terça-feira, 9 de abril de 2013

Rejeições

Postado por Suellen (Menina aos olhos do Pai) às 18:28:00 0 comentários

Rejeições são como obstáculos para reduzir a velocidade em uma estrada. São parte da viagem...

Não dá para impedir que algumas pessoas o rejeitem. Mas dá para evitar que as rejeições o deixem com raiva.

Como? Permitindo que a aceitação de Deus compense as rejeições.

Quando os outros o rejeitam, deixe que Deus o aceite.
Ele não olha torto para você. Beba bastante do amor ilimitado dEle.

Max Lucado

quinta-feira, 28 de março de 2013

De catadora de lixo a funcionária da Justiça

Postado por Suellen (Menina aos olhos do Pai) às 04:59:00 0 comentários


Olá, galerinha, tudo bem? Vou iniciar mais uma seção no blog: "histórias de vencedores". Colocarei histórias motivadoras de pessoas que lutaram e mesmo com as adversidades, obtiveram vitória. :-)

A primeira história é da Lívia Marinho, que era catadora de lixo e hoje é uma servidora do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Vamos lá!


Sonho, dedicação e garra marcaram a história de Lívia Marinho Lessa Barboza, 39 anos, técnica judiciária do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Com uma infância difícil e cheia de medos, ela é a prova de que o esforço e a vontade de crescer levam além. Conhecer a trajetória de pessoas que começaram do nada e construíram uma história marcada pela determinação é sempre empolgante, e com ela não foi diferente.


"Fui criada em um bairro pobre, em Duque de Caxias. Era a mais velha dos quatro filhos. Sou ex-catadora de lixo de Caxias. Havia entre mim e meus irmãos um acordo que dividia a atividade de catar lixo por categorias, de acordo com a possibilidade de cada um: cobre para o mais novo, alumínio para o seguinte, vidro para minha irmã e ferro para mim. Éramos quatro irmãos inseparáveis, dividíamos tudo: as alegrias, as tristezas, os sofrimentos..." Assista à entrevista completa AQUI.

Dificuldade é a palavra que define essa etapa na vida de Lívia. A necessidade de sair do aperto, das lágrimas e da vida sofrida fez a sonhadora correr atrás do tempo perdido. "Cresci e fui trabalhar fora. De 1994 até o fim de 2002, trabalhava no comércio, com muitas dificuldades para conciliar o trabalho e a família, já que o horário de trabalho, em diversas áreas comerciais, é extremamente cruel, agregando sábados, domingos e feriados como dias de expediente normal. Ainda inconformada com a minha vida, passei por uma banca de jornais no shopping em que trabalhava e li a notícia na FOLHA DIRIGIDA: 'Concurso para TJ-RJ: só 2º grau'. Naquela época eu não tinha o ensino médio. Saí do meu emprego e peguei o dinheiro de seis anos de trabalho e investi em um curso preparatório, tive de investir de corpo e alma no meu objetivo."

A tão sonhada estabilidade financeira foi uma das motivações para terminar o ensino médio e iniciar o curso preparatório. A vontade de ter uma vida mais confortável e mais segura levou Lívia a prestar concurso. Segundo ela, estudar era uma necessidade, uma forma de sustento. "Cada vez menos eu tinha oportunidade de ver as minhas filhas, e a vontade de ter um horário flexível e poder planejar um futuro mais próspero foi o que me impulsionou."

"Você tem de ir até o fim"

Naquele momento, Lívia se aventurou no desconhecido e se deparou com muitos obstáculos. "Conciliar
as aulas do supletivo com o preparatório não era fácil. São milhões de informações que precisam ser apreendidas. São objetivos diários. Por exemplo, ‘minha meta hoje é superar 12 horas de estudo’, e concretizava. Quando você determina algo para sua vida, você tem que ir até o fim."

Mesmo com todo o esforço, o início foi bem complicado. E em 2004, o sucesso, enfim, foi alcançado. No ano em que completou o ensino médio, Lívia foi convocada. "A prova foi realizada no início de 2004, no mesmo período em que estava concluindo o ensino médio. Fui aprovada para o Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ) e para o Tribunal Regional Federal (TRF). Concluí o ensino médio em junho de 2004 e fui convocada em julho do mesmo ano. Depois disso, entrei para a faculdade e cursei Letras."

A ex-catadora é exemplo de que uma realidade complicada não é necessariamente sinônimo de fracasso. Mesmo com um cenário que parecia ser o pior possível, ela venceu. Havia uma necessidade de sobrevivência, uma veia de esperança. "O estudo era uma maneira de sobreviver", diz ela.

"Só a educação leva a algum lugar"

Para a servidora, todas as pessoas têm condições de ingressar em uma carreira pública. Mas o desejo tem de vir carregado de muito esforço e boa vontade, planejamento e uma boa rotina de estudos. Esse é o caminho mais seguro para a aprovação. Além disso, ter o apoio das pessoas em volta também é uma segurança imensa na caminhada.

"Só através da educação chegaremos a algum lugar. Ter a oportunidade para se preparar é um diferencial. Minhas filhas e meu marido me apoiaram intensamente para que eu concretizasse o meu sonho. A partir dali, montei uma rotina de estudos e segui em frente. Eu deixei o lazer e horas de descanso de lado, priorizei os meus estudos e coloquei aquilo como minha maior meta", lembra.

Se o desejo é profundo, pode se tornar acessível. Qualquer pessoa que se determine a um objetivo, seja ele qual for, tem oportunidade de alcançá-lo. "A sensação de sonhar o meu sonho e concretizá-lo é saber que tudo que eu passei foi pelo meu esforço, é particular, ninguém me permitiu, eu me presenteei. Eu estou no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro por mérito e aprovação. Sou vencedora!", comemora Lívia Marinho.

Por Taísa Azevedo - taisa.azevedo@folhadirigida.com.br







 

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